" Ora ( direis ) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso" E eu vos direis, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A via láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: " Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: " Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."
OLAVO BILAC
RIO DE JANEIRO - 16/12/1865 ; 28/12/1918 ( 53 anos)
Olavo Bilac foi jornalista e poeta brasileiro.
Foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a cadeira número 15, cujo Patrono é Gonçalves Dias.
Foi eleito o PRÍNCIPE DOS POETAS BRASILEIROS, pela revista FON-FON em 1907.
Junto com ALBERTO DE OLIVEIRA e RAIMUNDO CORREIA, foi a maior liderança e expressão do PARNASIANISMO no Brasil, constituindo a chamada TRÍADE PARNASIANA.
A publicação de POESIAS em 1888 rendeu-lhe a consagração.
Viveu só sem constituir família até o fim de seus dias.
É o criador do HINO À BANDEIRA.
Uma breve crônica sobre o título da magnífica poesia: ORA - DIREIS - OUVIR ESTRELAS.
Sim, os poetas somos aficcionados por conversar e ouvir as estrelas do firmamento. Necessitamos como alimento para a alma e o coração dos colóquios sem fim nas noites estreladas.
Quantas vezes me dirigi a elas expondo minhas dores e agruras quando a mulher amada não entendia os meus queixumes. Oh, quanta desdita vociferei às mesmas procurando delas um conselho ou mesmo ( algumas vezes ) uma "bronca" que me fizesse enfrentar com altivez os desamores. Sim, conversamos e ouvimos as estrelas. Porém, hoje,quedo-me a pensar o que fazem os homens altamente tecnológicos, nunca poetas, com seus radios-telescópios perscrutando as vozes do Universo? Disse o renomado Príncipe dos Poetas: " Amai para entendê-las! Pois só quem ama pode ter ouvido Capaz de ouvir e de entender estrelas."
Não consigo imaginar um cientista com fone de ouvido capaz de ouvir uma estrela... Ouvem sim, ruídos ininteligíveis... quem sabe ( imagino ) são ruídos provocados pelo ronco de meteoros brutamontes que passam zumbindo pelo universo. Ah, felizes somos os poetas que temos "ouvido para ouvir estrelas... "
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
OH, LUA ARGÊNTEA!
Oh, Lua argêntea que dardejas pelo Universo
Embalada pelos "ais" dos poetas e amantes ufanos.
És única em beleza e altivez; és musa dos meus versos:
O poema que crio tendo o corpo à deriva em braços insanos.
Oh, Lua argêntea que perscruta as fendas da noite escura
Curiosa em flagrar amantes em colóquios enternecidos;
Bem sei que o fazes impelida por frêmitos de ternura,
Nunca, para desvendar segredos de corações feridos.
Oh, Lua argêntea que esparrama os raios prateados
Pelas sendas onde os poetas gemem seus desamores.
Iluminas sem questionar o bem e o mal, o certo e o errado...
Antes de Rainha és a serviçal: criada a servir os seus senhores.
Oh, Lua argêntea que ferida foi pelo "homem-inconsequente"
Trazendo hoje em teu virginal corpo uma ferida a sangrar.
Conspurcaram-te sem dó nem piedade: um projétil incandescente
Rasgou e penetrou tua carne vítrea: uma chaga a nos envergonhar.
Oh, Lua argêntea, se possível, perdoa-nos por tanta iniquidade
Causada, não só a ti, mas ao fecundo universo como um todo.
Pela busca da "água" (bem a nós doado pela suprema divindade),
Imolaram o teu corpo... Ao invés de água, o sangue, em golfadas, jorrou.
Dedico este poema aos meus fiéis bloguistas, especialmente ao casal Laércio e Jojoca, anônimo(que me chama de caro poeta) e a andorinha livre.
Embalada pelos "ais" dos poetas e amantes ufanos.
És única em beleza e altivez; és musa dos meus versos:
O poema que crio tendo o corpo à deriva em braços insanos.
Oh, Lua argêntea que perscruta as fendas da noite escura
Curiosa em flagrar amantes em colóquios enternecidos;
Bem sei que o fazes impelida por frêmitos de ternura,
Nunca, para desvendar segredos de corações feridos.
Oh, Lua argêntea que esparrama os raios prateados
Pelas sendas onde os poetas gemem seus desamores.
Iluminas sem questionar o bem e o mal, o certo e o errado...
Antes de Rainha és a serviçal: criada a servir os seus senhores.
Oh, Lua argêntea que ferida foi pelo "homem-inconsequente"
Trazendo hoje em teu virginal corpo uma ferida a sangrar.
Conspurcaram-te sem dó nem piedade: um projétil incandescente
Rasgou e penetrou tua carne vítrea: uma chaga a nos envergonhar.
Oh, Lua argêntea, se possível, perdoa-nos por tanta iniquidade
Causada, não só a ti, mas ao fecundo universo como um todo.
Pela busca da "água" (bem a nós doado pela suprema divindade),
Imolaram o teu corpo... Ao invés de água, o sangue, em golfadas, jorrou.
Dedico este poema aos meus fiéis bloguistas, especialmente ao casal Laércio e Jojoca, anônimo(que me chama de caro poeta) e a andorinha livre.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Laércio, o Cirineu
Apareceu quando menos eu esperava. Tocou a campainha da porta e quando fui atendê-lo, disse-me, sem rodeios, sem titubeios: " Hoje, ao ler o seu blog, e ao deparar com a sua lamúria, onde pede que lhe apareça um Cirineu que o ajude a carregar a sua cruz, compadecido de suas desavenças resolvi vir até aqui e oferecer-lhe os meus préstimos"... Imediatamente o mandei entrar; ele e sua caixa de ferramentas e claro a máquina furadeira. Desde que me mudei por " Coisas da Vida", muita coisa está precisando de ser colocada em seus devidos lugares e, poeta que o sou, não tenho destreza para serviços materiais ( Quadros e armários nas paredes; Televisão com pouca programação, etc.). Foi com alívio que o vi em poucas horas dar conta do recado... Deixou tudo em ordem. Ah, a minha cruz perdeu uma boa parte de seu peso. Não quis recompensa, mas, como escritor presentei-o com 2 livros do renomado escritor Gabriel Chalita:
ÉTICA e A ÉTICA DO REI MENINO. Se aprofundando no papel de Cirineu, me convidou para assistir à uma palestra na Igreja Adventista logo mais à noite. Fui, e me senti com as esperanças redobradas. O Pastor pregou embasado no Salmo 23: " O Senhor é o meu pastor, e ele nunca me faltará..." Enfim, o meu querido amigo Laércio, investido de Simão, o Cirineu, de boa vontade, sem lanças nas costas a obrigá-lo a carregar um pouco de minha cruz, me fez bem, me fez feliz.
Obrigado meu devoto amigo.
Cumpre regtistrar que durante o culto foram sorteados alguns brindes e, o meu inestimável amigo ganhou o livro de ALEJANDRO BULLÓN, SINAIS DE ESPERANÇA.
Pessoas de corações bons, são sempre agraciadas pela sorte.
ÉTICA e A ÉTICA DO REI MENINO. Se aprofundando no papel de Cirineu, me convidou para assistir à uma palestra na Igreja Adventista logo mais à noite. Fui, e me senti com as esperanças redobradas. O Pastor pregou embasado no Salmo 23: " O Senhor é o meu pastor, e ele nunca me faltará..." Enfim, o meu querido amigo Laércio, investido de Simão, o Cirineu, de boa vontade, sem lanças nas costas a obrigá-lo a carregar um pouco de minha cruz, me fez bem, me fez feliz.
Obrigado meu devoto amigo.
Cumpre regtistrar que durante o culto foram sorteados alguns brindes e, o meu inestimável amigo ganhou o livro de ALEJANDRO BULLÓN, SINAIS DE ESPERANÇA.
Pessoas de corações bons, são sempre agraciadas pela sorte.
sábado, 21 de novembro de 2009
SIMÃO, O CIRINEU.
Está no Novo Testamento em Mateus, 27 , versículo 32: " Ao sairem, encontraram um homem de Cirene, chamado Simão, e o forçaram a carregar a cruz."
Sim, Jesus, estava cambaleando; as forças já o abandonavam e o peso da cruz só aumentava. Jesus, num esforço hercúleo tentava carregar a cruz que lhe feria os ombros. O peso descomunal causava-lhe infinda dor. A Via Crucis mostrava-se longa demais para seus titubeantes passos, e o Gólgota cada vez mais se aproximava... O látego feria-lhe as costas... O sangue e o suor se misturavam e empapavam sua mortalha. Até que, Simão, o Cirineu, lhe ajudou a carregar o pesado lenho... Simão, por um instante suavizou a terrível empreitada que os pecadores impuseram ao Homem Santo.
Na vida, pelas " Coisas da Vida " também temos as nossas cruzes. Hoje, carrego a minha e confesso que estou arqueado pelo peso que me fere o dorso. Por tantas vezes tentei afastá-la de mim, mas, em vão. Sigo a minha Via Crucis com ela impregnada em meu corpo. Meus passos, trôpegos, pedem ajuda... Oh, Senhor, será que também encontrarei pelo caminho áspero em que sigo, um Cireneu, que me ajudará com o peso da madeira?, que me ajudará a tornar a minha Via Crucis mais amena?, que me fará acreditar que conseguirei levá-la até aonde me é destinado por aquele que rege o destino do homem? Simão, por favor não demores a se aproximar de mim.
Ajude-me!, pois, creio, o sou merecedor de ti.
Sim, Jesus, estava cambaleando; as forças já o abandonavam e o peso da cruz só aumentava. Jesus, num esforço hercúleo tentava carregar a cruz que lhe feria os ombros. O peso descomunal causava-lhe infinda dor. A Via Crucis mostrava-se longa demais para seus titubeantes passos, e o Gólgota cada vez mais se aproximava... O látego feria-lhe as costas... O sangue e o suor se misturavam e empapavam sua mortalha. Até que, Simão, o Cirineu, lhe ajudou a carregar o pesado lenho... Simão, por um instante suavizou a terrível empreitada que os pecadores impuseram ao Homem Santo.
Na vida, pelas " Coisas da Vida " também temos as nossas cruzes. Hoje, carrego a minha e confesso que estou arqueado pelo peso que me fere o dorso. Por tantas vezes tentei afastá-la de mim, mas, em vão. Sigo a minha Via Crucis com ela impregnada em meu corpo. Meus passos, trôpegos, pedem ajuda... Oh, Senhor, será que também encontrarei pelo caminho áspero em que sigo, um Cireneu, que me ajudará com o peso da madeira?, que me ajudará a tornar a minha Via Crucis mais amena?, que me fará acreditar que conseguirei levá-la até aonde me é destinado por aquele que rege o destino do homem? Simão, por favor não demores a se aproximar de mim.
Ajude-me!, pois, creio, o sou merecedor de ti.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
A MORTE DE IVAN ILITCH - TOLSTÓI
Hoje, quero ter o prazer de apresentar aos meus amigos bloguistas o excelente romance de Tolstói, "A MORTE DE IVAN ILITCH", que já tive a felicidade de lê-lo duas vezes. Aliás, sou um perfeito aficcionado pela literatura russa. Tenho romances de quase todos os escritores russos. Este romance prende o leitor pela singularidade do assunto: Trata-se da morte de Ilitch, sua vida antes e durante.O romance foi publicado, pela primeira vez em 1886.
Liev Nikolaievitch Tolstói ... um pouco de sua vida:
Tolstói nasceu em 1828, na propriedade de sua família em Iásnaia Poliana, um vilarejo a leste de Moscou. Rico herdeiro de uma família de aristocratas de alta linhagem, cresceu com todo o conforto, apesar de ter se tornado órfão da mãe aos dois anos e do pai aos nove.
Depois de formado em Direito em São Petesburgo, levou uma vida de dissipação, dedicada ao jogo e às mulheres em Moscou. Após uma viagem de três anos pela Alemanha, França, Suiça e Itália, casou-se em 1862 com Sofia Bers, dezessete anos mais nova que ele. Recolheu-se com a mulher à sua propriedade, onde uma outra face de sua personalidade começou a se revelar com intensidade. Há quem diga que se sentia culpado pelos sofrimentos do povo, e fundou escolas e obras assistenciais para seus empregados. Nesse período, leu as obras que mais o marcarm espiritualmente, como Dom Quixote, de Cervantes, e Os Miseráveis, deVictor Hugo, enquanto ia-se tornando cada vez mais místico.
Dando expressão artística às contradições que dominavam seu pensamento, escreveu algumas das maiores obras de toda a história da lietratura, como Guerra e Paz, de 1868 e Ana Karênina, de 1877.
Após quinze anos de felicidade conjugal, seu casamento chegou ao fim: em meio a uma crise psicológica e espiritual decidiu passar a viver separado de sua família( mulher e dez filhos). Tolstói procurava seguir uma vida de acordo com o cristianismo do Evangelho, e conheceu a miséria urbana ao visitar os cortiços de Moscou em 1882, o que o levou a aprofundar sua pregação social. Deixou de participar da vida social de nobre e escritor, tornou-se vegetariano, passou a se vestir como camponês, a andar descalço e a fazer os trabalhos mais pesados. A Igreja Ortodoxa Russa viria a excomungá-lo em 1901, por considerar excessivas suas atitudes e pregação de fundo anarquista.
Foi em meio a essa grande transição de vida que ele escreveu A MORTE DE IVAN ILITCH, em 1886, " uma das obras mais comoventes e mais pungentes da literatura universal, talvez a obra prima de Tolstói", nas palavras de ,Otto Maria Carpeaux e Senhores e servos, em que aborda contradições entre as classes sociais no campo russo de então.
Em 1910, aos 82 anos, Liev Tolstói viria a morrer de congestão pulmonar numa estação ferroviária, quando fugia de casa para ir morar num mosteiro.
FONTE: A MORTE DE IVAN ILITCH - LIEV TOLSTÓI
TRADUÇÃO DE MARQUES REBELO
BIBLIOTECA FOLHA
CLÁSSICOS DA LITERATURA UNIVERSAL
Liev Nikolaievitch Tolstói ... um pouco de sua vida:
Tolstói nasceu em 1828, na propriedade de sua família em Iásnaia Poliana, um vilarejo a leste de Moscou. Rico herdeiro de uma família de aristocratas de alta linhagem, cresceu com todo o conforto, apesar de ter se tornado órfão da mãe aos dois anos e do pai aos nove.
Depois de formado em Direito em São Petesburgo, levou uma vida de dissipação, dedicada ao jogo e às mulheres em Moscou. Após uma viagem de três anos pela Alemanha, França, Suiça e Itália, casou-se em 1862 com Sofia Bers, dezessete anos mais nova que ele. Recolheu-se com a mulher à sua propriedade, onde uma outra face de sua personalidade começou a se revelar com intensidade. Há quem diga que se sentia culpado pelos sofrimentos do povo, e fundou escolas e obras assistenciais para seus empregados. Nesse período, leu as obras que mais o marcarm espiritualmente, como Dom Quixote, de Cervantes, e Os Miseráveis, deVictor Hugo, enquanto ia-se tornando cada vez mais místico.
Dando expressão artística às contradições que dominavam seu pensamento, escreveu algumas das maiores obras de toda a história da lietratura, como Guerra e Paz, de 1868 e Ana Karênina, de 1877.
Após quinze anos de felicidade conjugal, seu casamento chegou ao fim: em meio a uma crise psicológica e espiritual decidiu passar a viver separado de sua família( mulher e dez filhos). Tolstói procurava seguir uma vida de acordo com o cristianismo do Evangelho, e conheceu a miséria urbana ao visitar os cortiços de Moscou em 1882, o que o levou a aprofundar sua pregação social. Deixou de participar da vida social de nobre e escritor, tornou-se vegetariano, passou a se vestir como camponês, a andar descalço e a fazer os trabalhos mais pesados. A Igreja Ortodoxa Russa viria a excomungá-lo em 1901, por considerar excessivas suas atitudes e pregação de fundo anarquista.
Foi em meio a essa grande transição de vida que ele escreveu A MORTE DE IVAN ILITCH, em 1886, " uma das obras mais comoventes e mais pungentes da literatura universal, talvez a obra prima de Tolstói", nas palavras de ,Otto Maria Carpeaux e Senhores e servos, em que aborda contradições entre as classes sociais no campo russo de então.
Em 1910, aos 82 anos, Liev Tolstói viria a morrer de congestão pulmonar numa estação ferroviária, quando fugia de casa para ir morar num mosteiro.
FONTE: A MORTE DE IVAN ILITCH - LIEV TOLSTÓI
TRADUÇÃO DE MARQUES REBELO
BIBLIOTECA FOLHA
CLÁSSICOS DA LITERATURA UNIVERSAL
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
A LUA E A ÁGUA
Hoje, os principais jornais do país; escrito e falado, noticiaram a descoberta na Lua do líquido precioso: ÁGUA. Sim, os Estados Unidos da América em mais uma de suas façanhas técnológicas mirabolantes bombardearam a Lua dos mortais e Poetas com uma nave espacial, perfurando o solo e descobrindo água. Sabemos por declarações dos intrépidos americanos através da NASA, de que , o homem americano só terá condições de voltar novamente ao Satélite inspirador dos poetas lá pelo ano 2020. Com o bombardeamento do solo lunar e da constatação da existência do líquido cristalino, agora real, não mais uma suposição, passam pela nossa cabeça algumas indagações; sendo umas de caráter tecnológico e outras , é claro, de âmbito restritamnente romântico e poético, a saber:
1. Carácter Tecnológico: Como os cientistas farão para trazer a água até nós, terrestres destruidores da natureza?, através de ônibus espacial-pipa?; através de aguaduto( Não confundir com o Valérioduto) até é possível usando-se a gravidade; astronautas ao retornarem trazendo baldes cheios do líquido salutar? A agressão ao solo Lunar deve ter sido motivada para nos beneficiar, ( compensa $ ) do contrário, por que ferir a Lua?, já não basta a degradação imposta à NATUREZA do planeta onde vivemos. Basta lembrar que o oceano hoje é praticamente uma monstruosa lata de lixo; que a Amazônia está se transformando em um deserto; que as geleiras estão desaparecendo; que o solo se assemelha a um queijo esburacado; que a atmosfera está pesada de gases poluentes... Por que ferir a LUA?
2. Caráter romântico e poético: Os poetas somos adoradores do disco prateado que dardeja pelas noites repletas de "ais" e queixumes de entes apaixonados. Dói em nós saber de que um pedaço; quem sabe, no entorno do coração do satélite mágico, hoje exista uma hedionda ferida a sangrar; por que o homem se satisfaz tanto em agredir?, por que não deixa a Lua em paz? É utopia imaginar que um dia um terráqueo vá se beneficiar da água lunar. Oh, cientistas americanos, deixem a Lua em paz... Deixem-na para os poetas e românticos se inspirarem... Deixem-na para o casal de amantes que se possuem desvairados na relva macia iluminados pela luz mística, tendo-a como única testemunha do amor soberano... Querida amiga de tantos e tantos momentos de poesia, receba as minhas dores... Meu corpo, hoje, também sangra.
1. Carácter Tecnológico: Como os cientistas farão para trazer a água até nós, terrestres destruidores da natureza?, através de ônibus espacial-pipa?; através de aguaduto( Não confundir com o Valérioduto) até é possível usando-se a gravidade; astronautas ao retornarem trazendo baldes cheios do líquido salutar? A agressão ao solo Lunar deve ter sido motivada para nos beneficiar, ( compensa $ ) do contrário, por que ferir a Lua?, já não basta a degradação imposta à NATUREZA do planeta onde vivemos. Basta lembrar que o oceano hoje é praticamente uma monstruosa lata de lixo; que a Amazônia está se transformando em um deserto; que as geleiras estão desaparecendo; que o solo se assemelha a um queijo esburacado; que a atmosfera está pesada de gases poluentes... Por que ferir a LUA?
2. Caráter romântico e poético: Os poetas somos adoradores do disco prateado que dardeja pelas noites repletas de "ais" e queixumes de entes apaixonados. Dói em nós saber de que um pedaço; quem sabe, no entorno do coração do satélite mágico, hoje exista uma hedionda ferida a sangrar; por que o homem se satisfaz tanto em agredir?, por que não deixa a Lua em paz? É utopia imaginar que um dia um terráqueo vá se beneficiar da água lunar. Oh, cientistas americanos, deixem a Lua em paz... Deixem-na para os poetas e românticos se inspirarem... Deixem-na para o casal de amantes que se possuem desvairados na relva macia iluminados pela luz mística, tendo-a como única testemunha do amor soberano... Querida amiga de tantos e tantos momentos de poesia, receba as minhas dores... Meu corpo, hoje, também sangra.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
REINICIANDO ATIVIDADES
HOJE, APÓS UMA LONGA INATIVIDADE FÍSICA, PELAS " COISAS DA VIDA", REINICIEI AS ATIVIDADES FÍSICAS, MATRICULANDO-ME NA ACADEMIA HOFMAN. AOS POUCOS AS COISAS VÃO SE ENCAIXANDO.NA VIDA É PRECISO SABER ENFRENTAR AS ADVERSIDADES COM ÍMPETO E ESPERANÇA REDOBRADA DE QUE " O MELHOR ESTÁ RESERVADO PARA MIM". AOS POUCOS, DEIXANDO O UNIVERSO E SEU CRIADOR DIRIGIR-ME, VOU RECONQUISTANDO TUDO AQUILO QUE PENSEI NÃO MAIS TER. ATÉ A MULHER QUE UM DIA ME LEVOU A COMETER LOUCURAS, E QUE POR UM TEMPO AMARGO SE DISTANCIOU, JÁ ESTÁ SE ANINHANDO EM MEUS BRAÇOS . VOU À LUTA, POIS, " JAMAIS HAVEREI DE ME RENDER!"
" NÃO EXISTE OUTRA CAUSA PARA O FRACASSO HUMANO SENÃO A FALTA DE FÉ DO HOMEM EM SEU VERDADEIRO SER - WILLIAN JAMES".
" NÃO EXISTE OUTRA CAUSA PARA O FRACASSO HUMANO SENÃO A FALTA DE FÉ DO HOMEM EM SEU VERDADEIRO SER - WILLIAN JAMES".
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