É, realmente são dois fatos inusitados.
O primeiro aconteceu na Alemanha envolvendo um JAVALI e alguns germânicos. Como sempre faço questão de afirmar quando a oportunidade se apresenta: " Melhor romaria faz, quem em casa fica em paz.", teria, se pudesse, se no local estivesse, confidenciado nas grandes orelhas do JAVALI, que o melhor para ele é se embrenhar nas matas frias da região e permanecer embarafustado, escondido, em alguma touceira de vegetal; quem sabe, se deleitando com o resto do pasto acomodado em suas tripas,mas... Quis o destino ou sabe se lá quais forças da natureza que o infeliz glutão e dentuço se aventurasse num ímpeto incontrolável na zona urbana e movimentada de uma cidade e, sem noção do perigo que corria, adentrou como se um aríete fosse dentro de um açougue. Meus Deus!, em que lugar mais inapropriado o dentuço em questão foi se instalar e, pelo que li na Net, causou reboliço dentre os clientes, assustando mulheres, crianças e marmanjos, pois, com os caninos enormes e pontiagudos reluzentes pelo sol da Bavária, seguido de grunhidos dantescos arremetia qual bólido desenfreado dentre as prateleiras derrubando os produtos ali instalados. No corre-corre geral seguido de gritos, berros e desmaios, alguém sacou de uma arma de fogo e abateu o infeliz e inoportuno animal. Após cessado o entrevero o dono do açougue escalpelou e esquartejou o dentuço vendendo sua carne, para, como afirmou, recuperar um pouco do prejuízo. Fica a seguinte consideração: O que levou o infeliz animal a entrar num açougue?, se entrasse numa agência AMBIENTAL estaria a salvo; se entrasse na casa de um entusiasta do Grew Peace também estaria a salvo, ou, até mesmo numa igreja estaria a salvo, ou na residência de um alemão vegetariano... Para mim fica a seguinte resposta: " O que tem de ser, será!", e, para você, caro bloguista?
O segundo fato aconteceu, envolvendo nada mais, nada menos do que a Rainha Elizabeth ll e uma peça íntima: uma CALÇOLA, que a majestade houve por bem, (ou por mal; quanto desgosto deve ter passado desde então) esquecer dentro de um avião em uma de suas inúmeras viagens pelo mundo. Como é próprio de ser humano ser movido pela curiosidade, alguém a encontrou e guardou como um belo espécime ( na época o tamanho da peça estava dentro da moda). No decorrer do tempo a peça intíma de sua majestade passou por várias mãos, até que o atual dono resolveu leiloá-la. Pelo que li, já atingiu a quantia de $15.000,00. Bom, vamos analisar com frieza a questão: trata-se de uma peça intíma da mais alta representante da realeza britânica; trata-se de uma obra de arte, pois, além do tecido especial usado e rendas, carrega bordado em filigranas as iniciais de sua majestade a Rainha Elizabeth, além de outros atributos que deixaria um fetichista em êxtase... Por isto e outras considerações é que a peça do vestuário feminino está em leilão. Estive pensando cá com os meus botões: existe louco para tudo, portanto, melhor faria do que ficar aqui escrevendo as minhas crônicas, versos e contos, viajar de avião pelo nosso Brasil e esquecer nos minúsculos banheiros das naves, algumas cuecas com as minhas iniciais e celular. Quem sabe alguma senhora ou senhorita acometida de impulsos fetichistas as levassem e depois de se fartarem com elas, as leiloassem e mandassem para mim uuma porcentagem: nada mais e nem nada menos de 30% do valor arrecadado. Com esta "grana" a mais no meu orçamento compraria mais cuecas e sempre melhores e, claro, faria um caixa digno de dar inveja nos meus amigos ( e, pagaria as prestações do carro que estão em atraso).
Ah!, como diz o meu amigo do Clube Piracuama, Baiano: Só por Deus, mesmo!
sábado, 11 de dezembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
COISAS DA VIDA...
E daí? O que eu faço?
Estou novamente navegando em águas profundas e revoltas. A nau está à deriva. Se nem as minhas ilusões consigo torná-las realidade, como então, pilotar esta nau repleta de desenganos.
Desde há muito as velas estão esfarrapadas, esgarçadas, rotas e em frangalhos... são apenas fiapos de tecido que se perdem arrastadas para o vazio etéreo da noite e, mesmo assim, às vezes, em minhas horas de loucura, penso vê-las em entediantes monólogos com a Lua. Digo para mim mesmo: são miragens, nada mais que miragens, mas...
De quando em quando tento uma manobra mais audaz: um mexer sem vontade no leme, que, embarafustado pelas algas marinhas não dá a mínima ao meu comando; e a nau segue sem destino para o negrume vazio do oceano e, junto, me leva, como seu eu fora apenas um pedaço insignificante de sua estrutura: quem sabe apenas um parafuso enferrujado, ou, então, uma lasca de madeira do assoalho apodrecido... Sim, há muito que sou parte integrante do objeto que balouça sem razão de ser impelido pelas vagas violentas do descomunal senhor das profundezas e das almas naufragadas desde que se fez titã: O oceano e seus mistérios.
Do porão chega até mim os lamentos doloridos daqueles que, como eu, teimaram um dia em ser feliz... Oh!, triste engano. São poetas que uma vez apenas, nada mais que uma vez, amaram e pensaram, ser amados... poetas - seres humanos visionários -, que se evolam da materialidade para se concretizar em seres emocionais. Oh!, tolice desmedida!
Não devo reclamar dos desenganos. Como olvidá-los e odiá-los se por eles eu me fiz crédulo. Sim, acreditei nos lábios belos, túrgidos e carminados dela... Dela, de quem trago incrustrado na alma, as desilusões que me impigiu. Por que me questiono neste momento de angústia e de desespero? Acaso titubeei em entrar nesta nau, quando poderia ter recusado? Sigo apenas o que tem de acontecer, nada mais, nada menos. Às vezes, nos raros momentos de lucidez blasfemo impropérios ao Universo, mas, logo em seguida caio em mim e me desculpo ( como se o destino me desculpasse) com a frase que me mantém vivo: " Vivo uma busca incessante pelo inexistente". Estou rouco de tanto gritá-la. Um albatroz vagabundo,errante, repete minhas palavras em seus piados roucos e estridentes... No fundo do mar eu sei que um tridente está à minha espera... Por tanto tempo e pela eternidade vagarei nesta nau errante sopesando em minhas mãos esgarçadas os meus desenganos.
Mais uma vez afirmo: São coisas da vida!
Estou novamente navegando em águas profundas e revoltas. A nau está à deriva. Se nem as minhas ilusões consigo torná-las realidade, como então, pilotar esta nau repleta de desenganos.
Desde há muito as velas estão esfarrapadas, esgarçadas, rotas e em frangalhos... são apenas fiapos de tecido que se perdem arrastadas para o vazio etéreo da noite e, mesmo assim, às vezes, em minhas horas de loucura, penso vê-las em entediantes monólogos com a Lua. Digo para mim mesmo: são miragens, nada mais que miragens, mas...
De quando em quando tento uma manobra mais audaz: um mexer sem vontade no leme, que, embarafustado pelas algas marinhas não dá a mínima ao meu comando; e a nau segue sem destino para o negrume vazio do oceano e, junto, me leva, como seu eu fora apenas um pedaço insignificante de sua estrutura: quem sabe apenas um parafuso enferrujado, ou, então, uma lasca de madeira do assoalho apodrecido... Sim, há muito que sou parte integrante do objeto que balouça sem razão de ser impelido pelas vagas violentas do descomunal senhor das profundezas e das almas naufragadas desde que se fez titã: O oceano e seus mistérios.
Do porão chega até mim os lamentos doloridos daqueles que, como eu, teimaram um dia em ser feliz... Oh!, triste engano. São poetas que uma vez apenas, nada mais que uma vez, amaram e pensaram, ser amados... poetas - seres humanos visionários -, que se evolam da materialidade para se concretizar em seres emocionais. Oh!, tolice desmedida!
Não devo reclamar dos desenganos. Como olvidá-los e odiá-los se por eles eu me fiz crédulo. Sim, acreditei nos lábios belos, túrgidos e carminados dela... Dela, de quem trago incrustrado na alma, as desilusões que me impigiu. Por que me questiono neste momento de angústia e de desespero? Acaso titubeei em entrar nesta nau, quando poderia ter recusado? Sigo apenas o que tem de acontecer, nada mais, nada menos. Às vezes, nos raros momentos de lucidez blasfemo impropérios ao Universo, mas, logo em seguida caio em mim e me desculpo ( como se o destino me desculpasse) com a frase que me mantém vivo: " Vivo uma busca incessante pelo inexistente". Estou rouco de tanto gritá-la. Um albatroz vagabundo,errante, repete minhas palavras em seus piados roucos e estridentes... No fundo do mar eu sei que um tridente está à minha espera... Por tanto tempo e pela eternidade vagarei nesta nau errante sopesando em minhas mãos esgarçadas os meus desenganos.
Mais uma vez afirmo: São coisas da vida!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
COISAS DA VIDA...
Hoje, particularmente hoje, especialmente hoje, estou muito triste. Sinto uma tristeza no corpo e na alma de doer, como se os mesmos estivessem cravejados de espinhos. Às vezes ísto acontece comigo... é raro( ou não?), mas acontece. E, as causas, quais são elas? Não sei precisar com exatidão, mas, que existem, existem! Um torpor toma conta dos meus sentidos. É difícil, extremamente penoso continuar vivendo. Preciso fazer um esforço hercúleo para continuar vivendo, pois, o que a alma pede é um descanso secular. De nada adianta eu ficar procurando nas profundezas do meu cérebro atormentado o porquê de tão imenso descaso de viver... é uma perda de tempo, embora perder tempo é o que venho cultivando por uma eternidade.
Preciso reagir e sei muito bem que se assim não o fizer descerei ainda mais pelas paredes encarpadas e cortantes do despenhadeiro... e o amigo querido Fuad continuará vaticinando que eu "sou uma folha caindo no despenhadeiro"... mas, que fazer?
Hoje, particularmente hoje, quero cerrar os olhos e não mais abri-los...
Que tristeza de doer...
Preciso reagir e sei muito bem que se assim não o fizer descerei ainda mais pelas paredes encarpadas e cortantes do despenhadeiro... e o amigo querido Fuad continuará vaticinando que eu "sou uma folha caindo no despenhadeiro"... mas, que fazer?
Hoje, particularmente hoje, quero cerrar os olhos e não mais abri-los...
Que tristeza de doer...
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
TESOURO? NEM TANTO!
Aconteceu numa residência de Campo Grande-MS: o proprietário cismou de fazer uma horta no fundo do quintal e se pôs a cavar a terra na esperança de construir belos e proveitosos canteiros que certamente no futuro lhe proporcionariam hortaliças verdes, frescas e tenras; um complemento excelente à alimentação do dia a dia. E, não é que, após algumas dezenas de enxadadas deparou com um latão velho enterrado em uma certa profundidade. Curioso, o feliz morador, retirou o objeto, quando não foi sua surpresa ao deparar com centenas e centenas de moedas do nosso dinheiro... moedas antigas e outras que mostram pelo curso da história a troca ininterrupta dos $... Cada governo, uma moeda!
Aí, um pouco decepcionado, pois, esperava que fossem moedas de ouro escondidas por algum pirata perdido pelas nossas plagas, o infeliz descobridor ficou sabendo que até mesmo as moedas de bronze do Brasil colônia não lhe pertenceriam, pois, o que está no subsolo pertence à União. Òrgãos ligados à preservação da memória nacional já se pronunciaram solicitando o " tesouro".
Moral da História: Alegria de pobre dura pouco!
Mas, de qualquer maneira fica o incentico: Cavar os quintais na esperança de algo valioso apareça... se não aparecer tesouro, pelo menos umas minhocas graúdas para uma boa pescaria.
Aí, um pouco decepcionado, pois, esperava que fossem moedas de ouro escondidas por algum pirata perdido pelas nossas plagas, o infeliz descobridor ficou sabendo que até mesmo as moedas de bronze do Brasil colônia não lhe pertenceriam, pois, o que está no subsolo pertence à União. Òrgãos ligados à preservação da memória nacional já se pronunciaram solicitando o " tesouro".
Moral da História: Alegria de pobre dura pouco!
Mas, de qualquer maneira fica o incentico: Cavar os quintais na esperança de algo valioso apareça... se não aparecer tesouro, pelo menos umas minhocas graúdas para uma boa pescaria.
sábado, 16 de outubro de 2010
DIA DO PROFESSOR
Hoje, 15 de outubro comemoramos o Dia do Professor. Alguns anos passados, esta data tinha um significado especial, real para todos os abnegados da educação. Lembro com nostalgia das festas que os alunos promoviam para seus professores. A semana inteira era coroada de festas e homenagens. Alem dos comes e bebes feitos pelas genitoras dos alunos, era praxe dar presentes aos mestres. Foi assim que ganhei canetas, livros, camisas, placas de prata com dizeres elogiosos, ALÉM das belas e perfumadas flores. As classes e respectivos alunos disputavam entre si aquela que faria a maior e mais bela homenagem. E, era tudo feito com amor, respeito e admiração. Bons tempos aqueles onde ser professor era motivo de orgulho, onde o mestre era respeitado pela sociedade como um profissional imprescindível `a formação do jovem... Ah, que diferença de hoje.
Hoje, a realidade é outra. É terrível, assustadora e impiedosa. Rara é a ocasião em que o mestre é admirado, ou mesmo, respeitado. Volta e meia lemos e ouvimos na imprensa escrita e falada de casos de agressões de alunos em seus professores. Isto para não me aprofundar no descaso dos governos em suas esferas contra os mestres. É um pouco caso desregrado. Não pagam bem, não atendem as necessidades básicas pedagógicas, não melhoram os bens materiais, enfim, é um descalabro atrás de outro. Mas, em época de eleições todos os candidatos tecem juras e mais juras de que vão olhar o magistério com olhos cheios de amor e de promessas... promessas e mais promessas que mais cedo do que se pensa caem no esquecimento. Hoje,( daqui a 17 dias) completo 12 anos de aposentado. Iniciei no magistério estadual em 15 de agosto de 1968 e me aposentei em 30 de outubro de 1998. 30 anos dedicados aos jovens do Vale do Paraíba e do Litoral Norte... milhares de alunos passaram pelas minhas mãos... Hoje, com satisfação encontro-os vencedores nas mais diversas áreas de atuação... É a minha paga e, sou feliz.
Sinto-me realizado profissionalmente e moralmente... Devo assistir ainda nestes dias o maravilhoso e inesquecível filme: AO MESTRE COM CARINHO... E, CERTAMENTE CHORAR!
Parabéns a nós, professores, que nunca desistimos, porque sempre acreditamos em nossos alunos.
Hoje, a realidade é outra. É terrível, assustadora e impiedosa. Rara é a ocasião em que o mestre é admirado, ou mesmo, respeitado. Volta e meia lemos e ouvimos na imprensa escrita e falada de casos de agressões de alunos em seus professores. Isto para não me aprofundar no descaso dos governos em suas esferas contra os mestres. É um pouco caso desregrado. Não pagam bem, não atendem as necessidades básicas pedagógicas, não melhoram os bens materiais, enfim, é um descalabro atrás de outro. Mas, em época de eleições todos os candidatos tecem juras e mais juras de que vão olhar o magistério com olhos cheios de amor e de promessas... promessas e mais promessas que mais cedo do que se pensa caem no esquecimento. Hoje,( daqui a 17 dias) completo 12 anos de aposentado. Iniciei no magistério estadual em 15 de agosto de 1968 e me aposentei em 30 de outubro de 1998. 30 anos dedicados aos jovens do Vale do Paraíba e do Litoral Norte... milhares de alunos passaram pelas minhas mãos... Hoje, com satisfação encontro-os vencedores nas mais diversas áreas de atuação... É a minha paga e, sou feliz.
Sinto-me realizado profissionalmente e moralmente... Devo assistir ainda nestes dias o maravilhoso e inesquecível filme: AO MESTRE COM CARINHO... E, CERTAMENTE CHORAR!
Parabéns a nós, professores, que nunca desistimos, porque sempre acreditamos em nossos alunos.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
WIT
Neste feriado prolongado de 12 de outubro tive a grata satisfação de assistir vários filmes nos canais pagos; sempre acompanhados de um cálice de vinho e petiscos. Um deles, sobremaneira, me chamou mais a atenção: WIT
Trata-se de um filme (DRAMA) dirigido por Mike Nichols em 2001, feito exclusivamente para a televisão, interpretado pela excelente atriz EMMA THOMPSON. O enredo versa sobre uma professora universitária de literatura que descobre estar com câncer de ovário em estágio avançado. Durante o seu tratamento e até o desenlace final, ela discorre sobre a obra do fenomenal poeta da língua inglesa JOHN DONNE ( 1572-1631), QUE REGISTRAREI UM TRECHO DO SEU POEMA MEDITAÇÃO 17:
" Nenhum homem é uma ilha, isolado em si mesmo; todo homem é um pedaço do continente, uma parte da terra firme. Se um torrão de terra for levado pelo mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse o solo dos teus amigos ou o teu próprio; a morte de qualquer homem me diminui, porque sou parte do gênero humano, e por isso não me perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti."
Foi inspirado neste verso que o célebre escritor americano HEMINGWAY, deu o título ao SEU não menos célebre romance: POR QUEM OS SINOS DOBRAM?
Recomendo ao meus leitores este maravilhoso filme. É uma lição de vida
Trata-se de um filme (DRAMA) dirigido por Mike Nichols em 2001, feito exclusivamente para a televisão, interpretado pela excelente atriz EMMA THOMPSON. O enredo versa sobre uma professora universitária de literatura que descobre estar com câncer de ovário em estágio avançado. Durante o seu tratamento e até o desenlace final, ela discorre sobre a obra do fenomenal poeta da língua inglesa JOHN DONNE ( 1572-1631), QUE REGISTRAREI UM TRECHO DO SEU POEMA MEDITAÇÃO 17:
" Nenhum homem é uma ilha, isolado em si mesmo; todo homem é um pedaço do continente, uma parte da terra firme. Se um torrão de terra for levado pelo mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse o solo dos teus amigos ou o teu próprio; a morte de qualquer homem me diminui, porque sou parte do gênero humano, e por isso não me perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti."
Foi inspirado neste verso que o célebre escritor americano HEMINGWAY, deu o título ao SEU não menos célebre romance: POR QUEM OS SINOS DOBRAM?
Recomendo ao meus leitores este maravilhoso filme. É uma lição de vida
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
NOBEL DE LITERATURA 2010
Devemos nos ufanar de alegria: o Nobel de Literatura de 2010 foi dado a um escritor da América do Sul, mais precisamente do Peru. MARIO VARGAS LLOSA, com méritos foi agraciado com o mais alto prêmio literário do mundo: o PRÊMIO NOBEL. Já tive o prazer e oportunidade de ler várias de suas obras, dentre elas, destaco: " Quem matou Palomino Molera?"; " A farra do bode"; " Travessuras da menina má.", e tantos outros. Quando é anunciado o Nobel de Literatura fico um pouco triste, pois, e os nossos escritores?, sempre relegados eesquecidos de tão "rico" prêmio. Sempre achei que o nosso imortal Jorge Amado deveria ter sido agraciado com o Nobel, mas... Espero viver para me jubilar com o reconhecimento de nossos escritores e presenciar um deles voando para a Suécia para receber tão honroso prêmio. De qualquer maneira, nos devemos contentar com a América do Sul por abrigar escritores de alto porte como o vencedor deste ano.
Parabéns ao escritor Peruano MARIO VARGAS LLOSA.
Parabéns ao escritor Peruano MARIO VARGAS LLOSA.
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