quarta-feira, 18 de março de 2015
DOIS ÓTIMOS LIVOS QUE INSPIRARAM FILMES!
Sim, acabei de comprar mais dois livros dos que inspiraram os filmes que concorreram ao OSCAR 2015.
São eles:
PARA SEMPRE ALICE e SNIPER AMERICANO.
Sobre PARA SEMPRE ALICE:
ALICE HOWLAND (JULIANNE MOORE) sempre foi uma mulher de certezas. Professora e pesquisadora bem-sucedida, não havia referência bibliográficaque não guardasse de cor.Ela passou a vida acreditando que poderia estar no controle,mas tudo pode mudar.
Perto dos cinquenta anos, Alice começa a esquecer. No início, coisas sem importância, até que ela se perde na volta para casa.Estresse, provavelmente, talvez a menopausa; nada que um médico não dê jeito.Mas não é o que acontece. Ironicamente, a professora com a memória mais afiada de Harvard é diagnosticada com um caso precoce de mal de Alzheimer, uma doença degenerativa incurável.
Poucas certezas a aguardam. Ela terá que se reinventar a cada dia, abrir mão do controle, aprender a se deixar cuidar e conviver com uma única certeza: a de que não será mais a mesma.
Enquanto tenta aprender a lidar com as dificuldades, Alice começa a enxergar a si própria, o marido (Alec Baldwin),os filhos e o mundo de forma diferente. Um sorriso, a voz, o toque, a calma, que a presença de alguém transmite podem lhe devolver uma lembrança - mesmo que por instantes, ainda que ela não saiba quem é. (1a. orelha do livro)
SOBRE A AUTORA:
LISA GENOVA é autora dos livros PARA SEMPRE ALICE e NUNCA MAIS RAQUEL publicados pela Nova Fronteira. Ph.G. em neurociência pela Universidade de Harvard, Genova faz palestras no mundo inteiro sobre Alzheimer,traumas cerebrais e autismo.Lisa mora com a família em Massachussets. A adaptação cinematográfica de Para sempre Alice deu a Julianne Moore o Oscar de melhor atriz.
Trata-se de um livro imperdível de ler.
SNIPER AMERICANO:
E-membro da Seals, comando da Marinha para operações especiais, Chris Kile detém o título de maior atirador de elite da história das forças armadas americanas, com mais de 150 mortes confirmadas pelo Pentágono. O ex-peão de rodeio texano, qua aprendeu a atirar indo a caçadas ainda criança, ganhou status de lenda protegendo os companheiros da Marinha, do Exército e dos Fuzileiros Navais com sua precisão mortal do alto dos telhados e de outros esconderijos. Também célebre entreos inimigos, Kyle era tão temido no Iraque que chegaram a oferecer um prêmio por sua cabeça.
Impressionante e devastador, Sniper Americano é o releto vívido de um homem e suas experiências nocampo de batalha. Chris fala abertamenmte da guerra, das duas vezes em que foi baleado e dos amigos próximos mortos com brutalidade em combate, revela detalhes da ação como atirador e fala da frieza e da precisão adquiridas ao longo dos dez anos de serviço na Marinha.
Em 2013, Chris Kyle foi assassinado a tiros por um veterano de guerra diagnosticado com trastorno de estresse pós-traumático, A história de Chris foi adaptada
para os cinemas por Clint Eastwood e estrelado por Bradley Cooper.
Chris nasceu em 1974 e morreu em 2013.
Imperdível a sua leitura.
segunda-feira, 16 de março de 2015
ADÉLIA PRADO!
Adélia Prado é uma poetisa mineira. Nasceu em Divinópolis- Minas Gerais em 13-12-1935. É autora de vários livros de poesias e de outros gêneros.
Em 1978, ganhou o prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro com o livro CORAÇÃO DISPARADO.
A seguir dois poemas consagrados da autora.
DIA
AS GALINHAS COM SUSTO ABREM O BICO
E PARAM DAQUELE JEITO IMÓVEL
_ IA DIZER IMORAL _
AS BARBELAS E AS CRISTAS AVERMELHADAS,
SÓ AS ARTÉRIAS PALPITANDO NO PESCOÇO.
UMA MULHER ESPANTADA COM SEXO
MAS GOSTANDO MUITO.
OBJETO DE AMOR
DE TAL ORDEM E TÃO PRECIOSO
O QUE DEVO DIZER-LHES
QUE NÃO POSSO GUARDÁ-LO
SEM A SENSAÇÃO DE UM ROUBO:
CU É LINDO!
FAZES O QUE PUDERDES COM ESTA DÁDIVA.
QUANTO A MIM DOU GRAÇAS
PELO QUE AGORA SEI
E, MAIS QUE PERDÔO, EU AMO.
ESPERO QUE MEUS LEITORES APRECIEM ESTES DOIS POEMAS DA CONSAGRADA POETISA ADÉLIA PRADO E, NÃO SE ESCANDALIZEM, POIS, A CRIAÇÃO LITERÁRIA É LIVRE E VÁLIDA EM TODAS AS SUA NUANCES.
domingo, 15 de março de 2015
O DESBOCADO!
Nem bem tinha chegado os feriados da Semana Santa e nós, pescadores amadores e profissionais, já vivíamos uma labuta nos preparativos da tão esperada pescaria que faríamos no Pantanal. Como todo ano, a pescaria era organizada pelo Paulo Bustamante, que, se esmerava na preparação dos anzois; dos mantimentos, das varas, enfim, do equipamento como um todo.Éramos em seis. Além do organizador viajavam eu e os companheiros Claudio, Tonico Ferraz e o Mauricio e, claro, o Vitinho, um garoto dos seus doze anos, muito inteligente e dotado de uma sorte espetacular para fisgar dourados.Era véspera da partida. A caminhonete do Paulo já estava com o barco à reboque e lotado das traias. À noite nos reunimos em sua residência para ultimar os detalhes quando fomos informados de que um novo "pescador" ia se integrar ao grupo. Ficamos curiosos em saber quem seria o destemido pescador para se aventurar conosco nos confins do pantanal. Entre um copo e outro de cerveja o Paulo nos informou que era um amigo, mais precisamente o Serafim. É evidente que as perguntas pipocaram: - Quem era ele?, Era pescador de verdade ou apenas mais um aventureiro?; tinha as traias completas ou precisaria que nós a emprestássemos?; era de boa índole? A estas perguntas o Paulo sempre rindo respondeu que nada disso importava e de que ele já estava integrado na comitiva.Assim, de seis passamos para sete. No outro dia bem cedo a comitiva zarpou de Taubaté para o pantanal em dois carros, a saber: a caminhonete do Paulo e o gol zero, do Claudio.
A travessia do Estado de São Paulo foi moleza. As estradas por que passamos estavam ótimas. De vez em quando parávamos num posto de gasolina para abastecer tanto o tanque de combustível, quanto os nossos estômagos, acompanhado de uma cervejinha, pois o calor que fazia era de lascar. Quando entramos na estrada do Mato Grosso fomos inundados de uma excitação fora do comum e cada qual começou a falar dos peixes que ia pegar: dourados, pacus, piranhas e enormes traíras.
Em Cáceres, paramos para comprar iscas: o famoso minhocoçu, uma espécie agigantada de minhoca que se enrolava nas mãos quando ia para o anzol e as escorregadias tuviras (espécie de peixe apropriada para pegar dourados). Compramos também verduras, frutas e alguns garrafões de pinga que seriam trocados por frangos, carne de jacaré e outras regalias próprias dos pantaneiros (já tínhamos feito isso em outras pescarias). Tudo começou quando saímos de Cáceres e chegamos nas cidades de Jaciara e Juscimeira. Numa delas, não me lembro, o novato na viagem,Serafim, bebeu mais do que o costume e ao se instalar na caminhonete começou a esbravejar palavrões indizíveis. No início, demos boas risadas e continuamos a viagem. O sol estava a pino. O calor era insuportável, o que aumentava a irritação de alguns (eu mesmo). Rodado algumas centenas de quilômetros e o nosso "desbocado" não parava de falar palavrões. A todo instante vociferava um "puta que pariu", "filho da puta", "caralho" (aliás, era o que não saía de sua boca), "vá tomar no cu", "boceta" e mais o que lembrava. Estávamos "putos" da vida, mas, para que a viagem transcorresse em paz, fizemos "vista grossa" na indelicadeza do novato. Já, cansados pela viagem, pelo calor insuportável e pelos palavrões guspidos da boca do Serafim, entramos no caminho de terra que ía nos levar até a fazenda à beira do rio Cabaçal onde íamos acampar. E, assim, aconteceu. Eram quatro horas da tarde quando começamos a arriar as traias do barco e dos carros, pois tínhamos que montar as barracas antes do cair da noite. Foi um azáfama danado. Cada qual cumpriu sua tarefa com prazer e, até mesmo o Serafim com seus incontáveis palavrões trabalhou com afinco. Curioso é que chegando no local à margem do belo rio ele aumentou ainda mais a sua carga de torpedos sujos.
A manhã seguinte chegou com o clarão da aurora. Às seis horas da matina eu já estava preparando o café, enquanto os demais preparavam as traias para o primeiro dia de pescaria. Alegres e esperançosos rumamos rio abaixo em dois barcos para pescar os suculentos dourados. Em meu barco ía o Paulo, o Vitinho e o Serafim.No outro barco o Marcelo, o Tonico e o Mauricio. Duas horas depois estávamos ancorados num remanso do rio, local excelente para a pescaria. O silêncio era envolvente. De quando em quando um pássaro gorgeava em uma árvore. Porém, não se passaram alguns minutos e o Serafim deu início à sua ladainha de palavrões e começou dizendo:
_ Porra, Paulo, parece que não tem peixe nesse caralho de rio.
_Calma, Serafim, calma.
_Calma, o caralho, porra, vim de longe pra não pegar nem um cacete de dourado?
_ Se você continuar esbravejando vai ser pior, exclamou o Paulo, já de saco cheio.
_ Porra, devia ter ficado em... e, ter ido na zona comer uma buça bem molhada.
_ Molhado vai ficar você se não calar a boca, falei, exasperado.
Assim, ele se portou até que resolvemos voltar ao acampamento sem pegar nenhum peixe. Estávamos sim, repletos de palavrões e mais palavrões.
O dia seguinte não foi diferente. O Serafim aprimorou os seus palavrões e até parece que virou maldição, pois nãos fisgamos nenhum peixe o dia todo.
O mesmo aconteceu com os demais pescadores. Todos estávamos de mãos vazias e além da frustração tínhamos que aguentar os infernais palavrões. O que nos salvou foram os garrafões de pinga. No primeiro dia trocamos um com dois suculentos dourados e três pacus. No terceiro dia, após fisgarmos mirrados peixes, fomos nadar no rio e cansados fomos dormir mais cedo. Lá pelas oito horas da noite levantamos e fomos jogar truco. Foi então que tudo aconteceu.
Dentro da barraca e sentados nos bancos forramos a pequena mesa e iniciamos o jogo de truco. O Serafim me escolheu para parceiro e a outra dupla foi formada pelo Paulo e Mauricio. Não tinha chegado na metade da partida quando o Serafim desembestou a falar os seus malditos palavrões: ao invés de trucar, gritava _ seus fudidos, vocês se foderam, tenho o zape; ou então: esta partida vale a buça de suas mães, ou então; quem perder vai chupar a minha rola; ou mais, vou comer o rabo de quem perder. Lá pelas onze horas deu-se o inesperado (ou esperado). O Paulo se levantou pegou um sabonete e um litro de álcool e, aproveitando o peso do seu corpanzil se atirou de encontro ao Serafim, que não suportando o seu peso caiu, esborrachado no chão de terra da barraca. Foi tudo tão repentino que não conseguimos esboçar nenhuma reação e, quando demos por nós o Paulo estava derrubando álccol na guela do Serafim e esfregando sabonete em sua língua. A contenda durou alguns segundos, mas foi o necessário para fazer o Serafim parar com seus palavrões. Desde essa noite até o dia que chegamos em... ele se absteve de qualquer palavrão. Veio mudo e taciturno. E, eu, o que fiz? Assim que saí da barraca após a lavagem bucal do desbocado, falei um enorme palavrão. Disse rindo: Puta que pariu, foi a melhor coisa que vi! Estupefato pelo palavrão, compreendi assustado que estava contaminado e, mais que depressa dirigi-me para minha barraca para me decontaminar e comecei a ler o poema épico ENEIDA do poeta romano VIRGÍLIO (I a. C.).
Pra finalizar; nos dias seguintes após o "sabão" dado no Serafim, fisgamos dezenas e dezenas de ótimos exemplares de peixes.
Hoje, às vezes, sinto saudades da pescaria com a figura conturbada do Serafim, o DESBOCADO.
N.A.
ENEIDA - poema épico que conta a saga de Eneias, um troiano que é salvo dos gregos em Troia, viaja errante pelo Mediterrâneo até chegar à península Ibérica. O poema foi publicado em 19 a. C.
VIRGÍLIO- Poeta romano. Nasceu em 15/10 de 70 a. C. em Virgílio e morreu em 21/09 de 19 a. C. em Broundisi- Itália.
15 DE MARÇO DE 2015 - O DESPERTAR DE UM SONO LETÁRGICO!
Hoje, os brasileiros acordaram de um sono letárgico de 10 anos. Durante este longo período se abstiveram de ver a dura realidade em que o nosso Brasil estava mergulhado.Dormindo, não atentaram para a voracidade dos tubarões que nadam no Congresso; nas falcatruas dos senhores de colarinhos brancos; nos "arranjos" domésticos, sempre a nós, prejudiciais, dos políticos brasileiros; dos aumentos impiedosos dos impostos, da energia elétrica, dos alimentos. Se perguntarmos a nós mesmos como vão os principais serviços públicos como a Educação, a Saúde, a Segurança Pública, O meio Ambiente, o Saneamento básico responderemos sem titubear: Estão uma porcaria, péssimos e dilapidados em seus herários. Infelizmente precisou que um bando de sicários descompromissados com o amor ao sangue brasileiro; corruptos de carteirinha; caras de pau da pior e índole ditos funcionários de carreira da Petrobras para que o Brasil despertasse. O povo brasileiro é como o elefante que não sabe a força que tem. Acorrentado com uma fraca corrente, ele permanece preso, imóvel, sem saber que a possui a força descomunal para arrebentar os grilh~es com um simples empuxo. Mas, quando o faz, se torna uma fera indomável que a todos assusta. Assim somos nós. Estamos amarrados a este governo corrupto e mentiroso por falas e promessas ardilosas; por conchavos inescrupolosos, por ilusões que não se concretizarão. Hoje, o brasileiro de todo o recanto do Brasil, desde o mais rico, até o mais pobre se livrou da amarra e como elefante feroz se posicionou nas ruas mostrando o seu descontentamento.Espero que este ato cívico sirva para sensibilizar o governo federal, estadual e municipal e, que, os políticos corruptos se acautelem, pois o futuro para eles a partir de hoje se mostra carregado de nuvens escuras.
VIVA O BRASIL!
VIVA O ATO CÍVICO EM PROL DE UMA MELHOR VIDA PARA NÓS!
AMIGOS, VAMOS À LUTA!
quinta-feira, 12 de março de 2015
O ECO!
À beira do precipício eu titubeava entre suicidar, ou não.
Não tinha mais olhos para enxergar, nem ouvidos para ouvir.
Tinha sim, a boca escancarada, inchada e seca... uma ferida aberta.
O ar, pouco, escasso e raro, saía-me dos pulmões como labaredas.
À bem da verdade eu, no momento, não era um homem e, sim, um espectro.
O precipício me atraía como a lâmpada atrai a mariposa incauta.
O vazio me fascinava como a flor fascina o belo beija-flor.
O vento me fustigava: às vezes como os cabelos da mulher; outras vezes, como chicotes.
No alto, bem no alto, dentre as nuvens um urubu voava indolente e, não me via.
Pedras eram atiradas no vazio, a êsmo, pelo vento inclemente.
Das minhas roupas esgarçadas,farrapos se desprendiam e caíam no precipício.
Algumas lágrimas me escorriam pela face e me faziam acreditar ser mortal.
Os pés escaldados pelo sol causticante teimavam em escorregar para o abismo.
Ninguém de mim se aproximou; eu era no momento a caveira que assombra.
Por inúmeras vezes tentei lançar meu grito, mesmo que hediondo, nos ares.
Nada, nada de mim, denotava um ser vivente; um ser ávido por amor.
A desilusão qual erva daninha tinha se instalado no meu ser, na minha alma.
Os ossos, sentia-os tiritarem de frio ou de medo pelo que se descortinava.
A planície bem ao longe se descortinava aos meus olhos furibundos.
Dentre as nuvens alguns raios tremeluziam anunciando breve tempestade.
Mas, o que é uma tempestade da natureza quando se tem uma tempestade no coração?
Por fim, dei um passo e me vi balançando perigosamente no vazio abissal e medonho.
Mas, antes que me atirasse no precipício dando fim à minha vida estéril, escutei:
Escutei um som grave, forte, como se fora o ribombar de um tambor;
Atentando para o som compreendi a mensagem que o meu coração estava me mandando.
Meu coração, no seu pulsar compassado e débil dizia aquilo que eu queria ouvir.
Não dizia, gritava com todas as suas forças: "Não, não, não faça esta loucura..."
E, o eco repetia: "Ela te ama... Ela te ama... Ela te ama... Ela te espera..."
Oh!, bendito eco que me livrou da morte.
Oh!, bendito eco que me libertou para o amor.
Eco... Um fenômeno só possível para quem ama e sofre por amor!
domingo, 8 de março de 2015
FILHOS DO PRAZER!... DIA INTERNACIONAL DA MULHER!
Não existe discussão: somos todos filhos do prazer.
Exceção? claro que existe.
Somos filhos do prazer, pois, nascemos para este mundo após o ato sexual, que, sabemos é inundado de prazer; de uma avalanche de endorfina que estimula o ato maravilhoso. Isto ocorre tanto no reino animal quanto vegetal. O sexo é a força maior que rege este Universo. Para os animais, o prazer se agiganta quando as fêmeas entram no cio (os machos estão sempre no cio). Já entre nós, humanos, o cio se dá através de contatos carinhosos; palavras embebidas em gentilezas; atração física; companheirismo e principalmente amor, amor em todas as suas formas e nuances. Somos filhos do prazer quando duas almas se encontram e vivenciam o clímax da sexualidade. O criador do Universo nos preparou para isso. Se o ato sexual resultasse em dor, em algo desagradável, o nosso planeta não estaria povoado como está... é a perpetuação da espécie. Entre os vegetais temos as flores que se regalam quando recebem a visita dos pássaros ou insetos polinizadores que vão sobre elas espargir as células sexuais masculinas. A vida explode em prazer quando entendemos o alto sexual como o princípiofundamental para a procriação com prazer, dos seres vivos.
Exceção?: Todo ato sexual não consentido, como o estupro em sua bestialidade. Não quero com isso afirmar que os filhos de " estupro" não sejam filhos do prazer, pois, o homem para conseguir o seu intento sente prazer, embora esteja vilipendiando a mulher. Não são filhos de 100% do prazer, mas sim, de apenas 50% de prazer.
Ainda bem que hoje, temos no Brasil o 'FEMINICÍDIO" que punirá com mais rigor os atentados contra a mulher: a flor mais bela, mais perfumada e mais desejada do jardim de nosso Universo.
Hoje, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, registro a minha admiração por este ser tão aguerrido; tão combatente; tão responsável e que nunca deixa de expressar o romantismo, a doçura, o encanto, a paixão, a abdicação e o mais importante a feminilidade: característica principal de sua existência.
Parabéns mulher mãe; mulher espôsa; mulher amante; mulher companheira, ou, simplesmente, MULHER!
Exceção? claro que existe.
Somos filhos do prazer, pois, nascemos para este mundo após o ato sexual, que, sabemos é inundado de prazer; de uma avalanche de endorfina que estimula o ato maravilhoso. Isto ocorre tanto no reino animal quanto vegetal. O sexo é a força maior que rege este Universo. Para os animais, o prazer se agiganta quando as fêmeas entram no cio (os machos estão sempre no cio). Já entre nós, humanos, o cio se dá através de contatos carinhosos; palavras embebidas em gentilezas; atração física; companheirismo e principalmente amor, amor em todas as suas formas e nuances. Somos filhos do prazer quando duas almas se encontram e vivenciam o clímax da sexualidade. O criador do Universo nos preparou para isso. Se o ato sexual resultasse em dor, em algo desagradável, o nosso planeta não estaria povoado como está... é a perpetuação da espécie. Entre os vegetais temos as flores que se regalam quando recebem a visita dos pássaros ou insetos polinizadores que vão sobre elas espargir as células sexuais masculinas. A vida explode em prazer quando entendemos o alto sexual como o princípiofundamental para a procriação com prazer, dos seres vivos.
Exceção?: Todo ato sexual não consentido, como o estupro em sua bestialidade. Não quero com isso afirmar que os filhos de " estupro" não sejam filhos do prazer, pois, o homem para conseguir o seu intento sente prazer, embora esteja vilipendiando a mulher. Não são filhos de 100% do prazer, mas sim, de apenas 50% de prazer.
Ainda bem que hoje, temos no Brasil o 'FEMINICÍDIO" que punirá com mais rigor os atentados contra a mulher: a flor mais bela, mais perfumada e mais desejada do jardim de nosso Universo.
Hoje, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, registro a minha admiração por este ser tão aguerrido; tão combatente; tão responsável e que nunca deixa de expressar o romantismo, a doçura, o encanto, a paixão, a abdicação e o mais importante a feminilidade: característica principal de sua existência.
Parabéns mulher mãe; mulher espôsa; mulher amante; mulher companheira, ou, simplesmente, MULHER!
sábado, 7 de março de 2015
NOITE DE AUTÓGRAFOS!
Mais uma vez obtive sucesso com o lançamento e autógrafos do meu livro SORTILÉGIOS DO AM0R - POESIAS. Mais de 200 amigos foram me prestigiar. Foi uma noite maravilhosa, com muito glamour e alegria. É muito bom estar ao lado dos verdadeiros amigos que não medem esforços para me prestigiar. Já estou trabalhando no próximo livro: GIZ, QUADRO-NEGRO E DOR, romance ambientado em fatos reais e, claro, mesclado com ficção. Terminei dois volumes e estou concluindo o terceiro. É meu propósito lançá-lo no dia 15 de outubro- Dia do Professor.
Agradeço aos meus amigos o comparecimento á Noite de Autógrafos.
Até o dia 15 de outubro.
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