sexta-feira, 20 de novembro de 2015
A ESCOLHIDA
Para ele dentre todas ela foi a escolhida
Embora, muitas delas o tivessem seduzido.
Porém, para ele, ela tinha um "quê" de malícia,
Que o fazia sentir-se dos rivais, o escolhido.
Assim, ambos, em suas escolhas norteadas pelo amor
Desenvolveram durante décadas um relacionamento feliz.
Ela, satisfazendo seus desejos numa entrega sem pudor;
Ele, se entregando sem limites, nu, sem nenhum verniz.
O tempo passou e a maturidade deste amor se consolidou
Apesar de alguns percalços se enredassem nestas vidas.
Mas, que são desavenças senão o molho que validou
A veracidade de uma noite em que se encontraram
E, se conheceram pela primeira vez e então a sina
De estarem juntos perdurou e, nunca mais, se separaram.
domingo, 15 de novembro de 2015
A BARBÁRIE DA FRANÇA
O que se pode dizer sobre a terrível carnificina ocorrida na cidade luz? Quando se trata de uma barbárie como esta ficamos todos paralisados, sem ação para dizer o que sentimos. Sabemos sim, que se trata de uma "guerra" sem limites e sem medir as consequências, não importando quem serão os atingidos; que pagarão com suas vidas a loucura de outros seres "humanos" que vivem num estado de espírito mais para o inferno do que para o paraíso celestial que acreditam alcançar com seus atos terroristas. Na Idade Média já tivemos as famosas "Guerras Santas", onde se matava sem dó nem piedade, ancorado na obediência à Deus. Mas, que Deus é esse que exige a morte de milhares e milhares de pessoas inocentes? Uma das famosas leis da Física afirma: " A TODA AÇÃO, UMA REAÇÃO...". É evidente que as Nações atingidas pelos fanáticos terroristas serão retaliadas, também, sem dó, nem piedade. E, assim, uma ação, desencadeia outra reação. Até quando o homem dito "inteligente" neste planeta vai continuar com seus atos insanos? Alguém já ouviu falar de uma guerra entre leões; rinocerontes; girafas; gafanhotos, escorpiões etc.? A cada dia que passa o "Homo sapiens" está regredindo e, continuando assim, logo, muito logo, voltará a habitar as cavernas. Einstein. declarou: a primeira guerra foi com fuzis; a segunda com bomba atômica; a terceira será com bomba de hidrogênio e a quarta será com paus e pedras.
É o que nos espera com os fanáticos e assassinos do Estado Islâmico; do Talibã; dos países que vivem em constante conflito e, dos "idiotas" que se julgam os "deuses" do certo e do errado e cometem estas atrocidades.
Hoje, voar em gigantescas aeronaves, em trens; em navios, bem como frequentar casas de espetáculos; estádios de futebol etc., é uma temeridade.
Que as almas dos mortos na capital da França, descansem em paz e, que as almas dos terroristas mortos vão para o inferno (embora eu não acredite nem em céu e nem em inferno).
Que o "Ente Supremo" criador deste Universo nos proteja.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
MAIS UMA VITÓRIA DA BIBLIOTECA
Ontem, a Diretoria Executiva do TCC, apresentou a planilha orçamenária e fiquei muito feliz quando vi que a mesma está solicitando $115.000,00 para o Conselho e , que deverá ser usado na reforma do Casarão e instalação da Biblioteca. Acredito que nos meados dos segundo semestre a Biblioteca estará instalada e funcionando.
De imediato estou pensando em colocar na Sauna uma estante de aço com mais ou menos 300 títulos de minha propriedade. É a semente da Biblioteca que será plantada. Acredito que deverei ficar sem uns 20% dos livros, mas, o livro deve circular e não ficar empoeirado nas estantes. Com o passar do tempo o cidadão vai se conscientizar de que após ler o livro, deverá devolvê-lo. Não podemos desanimar. Um homem que lê, é um novo cérebro para melhorar o nosso Brasil.
"SOMENTE OS CÉREBROS NEBULOSOS É QUE SE COLOCAM NA CONTRAMÃO DA CULTURA".
Vou à luta! Quem viver, verá!
De imediato estou pensando em colocar na Sauna uma estante de aço com mais ou menos 300 títulos de minha propriedade. É a semente da Biblioteca que será plantada. Acredito que deverei ficar sem uns 20% dos livros, mas, o livro deve circular e não ficar empoeirado nas estantes. Com o passar do tempo o cidadão vai se conscientizar de que após ler o livro, deverá devolvê-lo. Não podemos desanimar. Um homem que lê, é um novo cérebro para melhorar o nosso Brasil.
"SOMENTE OS CÉREBROS NEBULOSOS É QUE SE COLOCAM NA CONTRAMÃO DA CULTURA".
Vou à luta! Quem viver, verá!
terça-feira, 10 de novembro de 2015
SONETO DA DESPEDIDA
A despedida entre nós não era para ser como foi:
Foi desgastante pelos fatos insanos acontecidos,
Tais como, mentiras, falsidades, tudo a dois.
Dois entes que se completaram no ludibrio.
Como folhas secas que se desprendem dos galhos
A verdade até então escondida também se desprendeu,
Num repente, em que nada disso, era, por mim, esperado.
Um duro golpe para um crente, que então, se tornou ateu.
Descrença inaudita se apossou de minha alma crédula
De que a verdade sempre jorrava da boca muito beijada.
Ah, tudo não passava de uma farsa orquestrada por lobos,
Que se passavam de ovelhas e a tudo e a todos enganavam
Com suas ardilosas artimanhas quando então se saciavam
Na odiosa traição. Foi uma despedida sem o menor retorno.
O RATO QUE FOI LIBERTADO DE UMA PENITENCIÁRIA DE SEGURANÇA MÁXIMA.
Deu no Jornal Nacional:
Dentro de um presídio de segurança máxima, os ditos ratões, larápios, vagabundos e outros codinomes conseguiram adestrar um ratinho para que ele fosse de cela em cela levando amarrado em si bolotas de maconha, cocaína, celulares e outros objetos necessários ao deleite dos desclassificados.
Como pagamento pelos serviços prestados, os presos lhe enchiam de comidas e guloseimas. No corpo trazia atado um comprido cordão para ser governado pelas "inteligentes" mentes deturpadas. O serviçal engordou mais do que o normal para os de sua espécie. Na verdade, estava levando uma "boa vida". Mas, como não se trata de um conto de fadas, mas, sim, da realidade, o "gordo" roedor foi surpreendido por um dos guardas que, imediatamente, o aprisionou em suas mãos. Depois de muita conversa e estudo da "lei" que vigora dentro do presídio, acharam por bem soltá-lo num terreno baldio fora do presídio.
Eu, acredito, que, depois, aconteceu o que vou expor:
É desnecessário dizer que o, agora, ratão, não se adaptou à vida dura fora do presídio e traçou um plano para retornar ao "doce" convívio dos seus protetores (Condenados). Encontrando um outro da sua espécie, só que bem mais magro e raquítico, mordeu-o, até matá-lo e com ele dentre os dentes pontiagudos dirigiu-se até o portão do presídio para que fosse preso por assassinato, voltando para a "boa vida". Acontece que o guarda de plantão não entendeu o seu intento e soltou um tremendo de um gato rajado em seu encalço. O rato balofo, correu o mais que sua barriga permitiu e num impulso férreo entrou dentro de um cano de esgoto de plástico. Ele tinha dois para escolher: um da marca Tigre, que ele descartou imediatamente (chega de felinos) e outro da marca Amanco, no qual ele se enfurnou por um bom tempo.
Moral da história:
Ratões e ratinhos não convivem por muito tempo.
sábado, 7 de novembro de 2015
O FRENESI DA CONQUISTA
Sempre que a encontrava sentia o coração acelerar
Pela incrível atração que exercia sobre mim.
E, quando isto acontecia eu não conseguia moderar
Os termos usados para que entendesse, enfim.
Às vezes me declarava com palavras expressivas,
Ou, então, com um buque de flores perfumadas.
Mas, ela, sempre me repelindo, sorria e dizia:
"Caro jovem, desista!, você não me diz nada".
Mas, como desistir se com ela sonhava as noites
E, os dias e, a vida, de mim, por ela, se esvaía.
Estava enlouquecido pela sua beleza diferente
Que a endeusava e das demais, sobressaía.
Até que uma noite, enlouquecido de paixão e desejos
A retive pelos braços numa dança de debutantes,
Onde ela, toda linda, como uma rainha distribuía beijos
Aos jovens (não a mim) que a seguiam a todo instante.
Sim, insano em minha atitude arrastei-a para um canto
Do salão repleto de lindos e felizes casais que bailavam.
Atônita, arregalou os belos olhos e me fitou com espanto
Da minha ousadia em tê-la sob minhas mãos que tremiam.
Gaguejando disse-lhe de supetão: " Eu... Eu te amo..."
E, concluí: " Por favor, não me repila... Dance comigo".
Por milagre (só pode ser) ela me puxou para um tango,
Sensual, que nos levou ao êxtase... "CAMINITO".
Desde esta noite então nunca mais nos separamos
E, sempre que recordamos daquela noite feliz
Eu, a abraço frente aos netos e, nos declaramos
Ela diz: "Você, nunca desistiu". " Eu digo:" Foi um frenesi".
Pela incrível atração que exercia sobre mim.
E, quando isto acontecia eu não conseguia moderar
Os termos usados para que entendesse, enfim.
Às vezes me declarava com palavras expressivas,
Ou, então, com um buque de flores perfumadas.
Mas, ela, sempre me repelindo, sorria e dizia:
"Caro jovem, desista!, você não me diz nada".
Mas, como desistir se com ela sonhava as noites
E, os dias e, a vida, de mim, por ela, se esvaía.
Estava enlouquecido pela sua beleza diferente
Que a endeusava e das demais, sobressaía.
Até que uma noite, enlouquecido de paixão e desejos
A retive pelos braços numa dança de debutantes,
Onde ela, toda linda, como uma rainha distribuía beijos
Aos jovens (não a mim) que a seguiam a todo instante.
Sim, insano em minha atitude arrastei-a para um canto
Do salão repleto de lindos e felizes casais que bailavam.
Atônita, arregalou os belos olhos e me fitou com espanto
Da minha ousadia em tê-la sob minhas mãos que tremiam.
Gaguejando disse-lhe de supetão: " Eu... Eu te amo..."
E, concluí: " Por favor, não me repila... Dance comigo".
Por milagre (só pode ser) ela me puxou para um tango,
Sensual, que nos levou ao êxtase... "CAMINITO".
Desde esta noite então nunca mais nos separamos
E, sempre que recordamos daquela noite feliz
Eu, a abraço frente aos netos e, nos declaramos
Ela diz: "Você, nunca desistiu". " Eu digo:" Foi um frenesi".
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
A MOÇA DE BIQUÍNI MARELO
Foi quando a notei pela primeira vez deitada na areia branca e fervente
Que senti uma pontada doída no meu peito despido e bronzeado.
Ela, parecia estar ressonando pelo arfar das costas seminuas e frementes,
Quando, num impulso passei e, joguei areia, no seu corpo torneado.
Estava vestida com um minúsculo biquíni de um tom amarelado,
Que reluzia aos raios do sol que teimavam em furar o pano da barraca.
Ás costas trazia apenas um insignificante fio que segurava os seios,
E, no ventre, ou melhor, na anca, uma tira de pano em forma de pipa.
Por horas fiquei observando-a em suas idas e vindas à beira-mar,
Quando desfilava com ousadia e graciosidade o seu corpo sensual.
Toda a vez que a onda atingia seu corpo ela se deitava e fingia nadar,
E, então, maliciosamente soltava os cabelos; oh, visão celestial.
Aos cair da tarde ela se levantou com um invólucro de plástico
E, como a "garota de Ipanema" se dirigiu para o mar, agora, rebelde.
Deu algumas braçadas e num gesto maroto, despiu o biquíni amarelo,
Para em seguida, retirando da bolsa um biquíni da cor da pele.
Atônito, contemplei-a substituir a minúscula peça de banho e, em seguida
Atirar ao mar o biquíni amarelo que tanto me tinha inundado de desejos.
Rapidamente, sem medir o perigo, atirei-me às ondas enfurecidas
E, nadei, como um louco, atrás do meu troféu: o biquíni dos meus anseios.
Por horas e horas seguidas segui as duas peças do biquíni amarelo
No afã irresistível de tê-los em minhas mãos para a eternidade.
Mas, quanto mais eu nadava, mais elas se distanciavam do meu intento
E, esgotado, senti que me tornaria um náufrago sem alcançar a felicidade.
Quando a noite chegou, eu estava perdido num mar revolto e solitário
Cansado, sedento e tendo visões vi ao longe uma jovem me acenando.
Trajando o belo corpo com um biquíni amarelo, ou azul?, um sudário
Para o meu cadáver, que agora, ainda a buscava... e, segui, boiando.
Visões e visões tive até que uma fragata pousou sobre mim e os olhos
Furou com doloridas bicadas causando-me dores atrozes, até eu jazer.
De tudo ficou vagas lembranças de um corpo bronzeado e sinuoso
Coberto por um biquíni amarelo que muito, muito pouco, me deu prazer.
Que senti uma pontada doída no meu peito despido e bronzeado.
Ela, parecia estar ressonando pelo arfar das costas seminuas e frementes,
Quando, num impulso passei e, joguei areia, no seu corpo torneado.
Estava vestida com um minúsculo biquíni de um tom amarelado,
Que reluzia aos raios do sol que teimavam em furar o pano da barraca.
Ás costas trazia apenas um insignificante fio que segurava os seios,
E, no ventre, ou melhor, na anca, uma tira de pano em forma de pipa.
Por horas fiquei observando-a em suas idas e vindas à beira-mar,
Quando desfilava com ousadia e graciosidade o seu corpo sensual.
Toda a vez que a onda atingia seu corpo ela se deitava e fingia nadar,
E, então, maliciosamente soltava os cabelos; oh, visão celestial.
Aos cair da tarde ela se levantou com um invólucro de plástico
E, como a "garota de Ipanema" se dirigiu para o mar, agora, rebelde.
Deu algumas braçadas e num gesto maroto, despiu o biquíni amarelo,
Para em seguida, retirando da bolsa um biquíni da cor da pele.
Atônito, contemplei-a substituir a minúscula peça de banho e, em seguida
Atirar ao mar o biquíni amarelo que tanto me tinha inundado de desejos.
Rapidamente, sem medir o perigo, atirei-me às ondas enfurecidas
E, nadei, como um louco, atrás do meu troféu: o biquíni dos meus anseios.
Por horas e horas seguidas segui as duas peças do biquíni amarelo
No afã irresistível de tê-los em minhas mãos para a eternidade.
Mas, quanto mais eu nadava, mais elas se distanciavam do meu intento
E, esgotado, senti que me tornaria um náufrago sem alcançar a felicidade.
Quando a noite chegou, eu estava perdido num mar revolto e solitário
Cansado, sedento e tendo visões vi ao longe uma jovem me acenando.
Trajando o belo corpo com um biquíni amarelo, ou azul?, um sudário
Para o meu cadáver, que agora, ainda a buscava... e, segui, boiando.
Visões e visões tive até que uma fragata pousou sobre mim e os olhos
Furou com doloridas bicadas causando-me dores atrozes, até eu jazer.
De tudo ficou vagas lembranças de um corpo bronzeado e sinuoso
Coberto por um biquíni amarelo que muito, muito pouco, me deu prazer.
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