Neste dia 15, consagrado ao DIA DO ESCRITOR E DA LITERATURA, serei homenageado pela CÂMARA MUNICIPAL DE TAUBATÉ em uma solenidade no Espaço Cultural do Taubaté Shoping, às 19:30h - como ESCRITOR TAUBATEANO. Para que isto aconteça eu fui indicado por aclamação pela Academia Taubateana de Letras. Sinto-me honrado pela homenagem e, convido, os meus amigos leitores para me prestigiarem.
Do dia 15 ao dia 22 do corrente estarei ausente do Blog por motivo de viagem de férias. Estarei em Natal-RN, apreciando e desfrutando das belas paisagens.
Até...
quinta-feira, 14 de abril de 2016
quarta-feira, 13 de abril de 2016
AS ARÉOLAS DA MARIANA
As aréolas da Mariana são lindas, perfumadas e pálidas.
Embora, estejam sempre guardadas pelo sutiã de bojo rendado,
Eu, as amo, pelo pouco que as vi, em horas furtivas e mágicas,
Mas, que me cativaram , fazendo-me amante febril e apaixonado.
Elas circundam os mamilos tesos, frementes e arrojados,
Que se projetam como dois rubis à espera do ourives
Que, os terá em sua mãos trêmulas, levando-os aos lábios,
Docilmente, sem a menor pretensão de mordê-los com avidez.
Tais aréolas, preciosidades de uma mulher bonita e requestada,
Inflamam os meus desejos de as possuírem numa redoma de cristal,
Ou, então, de serem as donas desta alma que delira inflamada,
Não suportando o tempo que delas se ausenta e, chora copiosa
Implorando a posse total dos seios: um presente assaz divinal.
Ah, espero com afã o dia em que terei eternamente, as belas aréolas.
P.S. Mariana, rogo-te: dá-me, as belas aréolas, para que eu possa ser feliz.
segunda-feira, 11 de abril de 2016
A MENINA CIGANA
A menina cigana tinha os cabelos pretos e lisos
Caídos sobre os ombros pequenos e frágeis.
Em uma das mãos magras trazia um baralho sujo
E, a pele, tiritando, pelo ardor da friagem.
Com um sorriso pálido disse saber o meu destino
Através das cartas que nunca mentem; são fiéis.
Enfeitiçado pelos olhos tristes, belos e frios
Da pequena cigana que pediu apenas alguns "réis".
Tirando da algibeira algumas moedas reluzentes
Paguei pelo desvendamento do meu futuro...
Num instante ela embaralhou por trás e frente
As cartas visguentas e após falou num sussurro:
- Moço, um grande amor vai surgir em sua vida
E, você vai ser muito feliz; o seu coração arderá
Pela paixão que que "Ela" moça meiga e bonita
Lhe dará. Um belo amor que nunca, nunca, jazerá.
Assim dizendo, foi se afastando e num átimo se confundiu
Com a multidão enlouquecida e, eu, nunca mais a encontrei.
Uma noite, contei à eterna esposa que, um dia existiu,
Uma menina cigana que previu nosso enlace e... ACREDITEI!.
Caídos sobre os ombros pequenos e frágeis.
Em uma das mãos magras trazia um baralho sujo
E, a pele, tiritando, pelo ardor da friagem.
Com um sorriso pálido disse saber o meu destino
Através das cartas que nunca mentem; são fiéis.
Enfeitiçado pelos olhos tristes, belos e frios
Da pequena cigana que pediu apenas alguns "réis".
Tirando da algibeira algumas moedas reluzentes
Paguei pelo desvendamento do meu futuro...
Num instante ela embaralhou por trás e frente
As cartas visguentas e após falou num sussurro:
- Moço, um grande amor vai surgir em sua vida
E, você vai ser muito feliz; o seu coração arderá
Pela paixão que que "Ela" moça meiga e bonita
Lhe dará. Um belo amor que nunca, nunca, jazerá.
Assim dizendo, foi se afastando e num átimo se confundiu
Com a multidão enlouquecida e, eu, nunca mais a encontrei.
Uma noite, contei à eterna esposa que, um dia existiu,
Uma menina cigana que previu nosso enlace e... ACREDITEI!.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
DORIS DAY CANTA: PERHAPS, PERHAPS, PERHAPS.
Hoje, tive a grata satisfação e o deleite de ouvir a belíssima atriz e cantora DORIS DAY, interpretar a canção PERHAPS, PERHAPS, PERHAPS.
Deitado na rede e contemplando embevecido a Serra da Mantiqueira, do meu apartamento, no 5o. andar, recebia em meus ouvidos a voz maviosa e terna da artista. Neste ínterim, fechei os olhos e retornei a um passado distante e me vi num domingo, numa noite cálida, comprando ingresso no Cine Palas para assistir ao filme "CONFIDÊNCIAS À MEIA-NOITE", estrelado pelos atores Rock Hudson e Doris Day. Recordo estar trajando um terno azul-marinho com uma gravata azul "calcinha". A sessão das sete já estava quase iniciando quando entrei na sala e me instalei no meio, ao lado de uma jovem "coquete" deslumbrante. Antes, porém, passei na "bomboneria" e comprei um drops de hortelã. Durante o filme me apaixonei pela loura artista e, durante o filme todo, sonhei que um dia, ainda namoraria uma garota como aquela. Ah, sonho de adolescente difícil de se concretizar (como não se concretizou). Após o término da sessão, fiquei como todos os jovens , enfileirado na calçada, enquanto as jovens desfilavam suas graças, acompanhadas de vestidos belos e chamativos. Tudo isto durava até às 22:30h, quando cada qual ia saindo e se dirigindo para suas casas. Os mais felizes, iam acompanhados de sua namoradas. Eu, como sempre, tímido e pobre como o era, ia embora para casa, sonhando... sonhando que um dia, não importando quando, eu namoraria uma garota como DORIS DAY. Se, namorei ou não, não importa. O que importa é que vivi uma época de sonhos, de deslumbre, de inocência e, de muita esperança...
Como o nome da música "PERHAPS" eu sempre acreditei que um dia : "TALVEZ" o amor, resplandecesse em mim.
E, muito, resplandeceu!
O ano? 1962.
Deitado na rede e contemplando embevecido a Serra da Mantiqueira, do meu apartamento, no 5o. andar, recebia em meus ouvidos a voz maviosa e terna da artista. Neste ínterim, fechei os olhos e retornei a um passado distante e me vi num domingo, numa noite cálida, comprando ingresso no Cine Palas para assistir ao filme "CONFIDÊNCIAS À MEIA-NOITE", estrelado pelos atores Rock Hudson e Doris Day. Recordo estar trajando um terno azul-marinho com uma gravata azul "calcinha". A sessão das sete já estava quase iniciando quando entrei na sala e me instalei no meio, ao lado de uma jovem "coquete" deslumbrante. Antes, porém, passei na "bomboneria" e comprei um drops de hortelã. Durante o filme me apaixonei pela loura artista e, durante o filme todo, sonhei que um dia, ainda namoraria uma garota como aquela. Ah, sonho de adolescente difícil de se concretizar (como não se concretizou). Após o término da sessão, fiquei como todos os jovens , enfileirado na calçada, enquanto as jovens desfilavam suas graças, acompanhadas de vestidos belos e chamativos. Tudo isto durava até às 22:30h, quando cada qual ia saindo e se dirigindo para suas casas. Os mais felizes, iam acompanhados de sua namoradas. Eu, como sempre, tímido e pobre como o era, ia embora para casa, sonhando... sonhando que um dia, não importando quando, eu namoraria uma garota como DORIS DAY. Se, namorei ou não, não importa. O que importa é que vivi uma época de sonhos, de deslumbre, de inocência e, de muita esperança...
Como o nome da música "PERHAPS" eu sempre acreditei que um dia : "TALVEZ" o amor, resplandecesse em mim.
E, muito, resplandeceu!
O ano? 1962.
POR UM CORAÇÃO TRAIÇOEIRO
Por um coração desmedidamente falso, traiçoeiro,
Me vi enredado em teia pegajosa de mentiras,
Onde o certo e o errado conviviam sem freios,
Fazendo-me viver vidas irreais e esquivas.
Por muito acreditar nos impulsos deste coração
Entreguei-me de corpo e alma; sem limitações,
À ela, mulher que fez jorrar lava de um vulcão
Há muito adormecido por tantas e tantas desilusões.
Atendendo aos apelos deste coração faminto de amor,
Vi-me, num átimo, despojado de toda a prudência
E, sem titubear, entreguei-lhe o meu Eu, sem pudor
Acreditando que, enfim, teria a mulher-inocência.
Oh!, dura e cruel realidade quando ela se desnudou
Da candura e se vestiu com sua férrea e eterna malícia.
Bastaram apenas alguns anos para que o sensual feitiço,
Desmoronasse e, ela mostrasse, a sua moral impudicícia.
Mesmo assim, desnuda em sua fantasia de mulher arguta
Teimou o coração em perdoá-la, me fazendo de pasmado.
Tentei reagir, tudo em vão, já era um fraco prisioneiro
E, como tal, me rendi, as argúcias do meu coração traiçoeiro.
Me vi enredado em teia pegajosa de mentiras,
Onde o certo e o errado conviviam sem freios,
Fazendo-me viver vidas irreais e esquivas.
Por muito acreditar nos impulsos deste coração
Entreguei-me de corpo e alma; sem limitações,
À ela, mulher que fez jorrar lava de um vulcão
Há muito adormecido por tantas e tantas desilusões.
Atendendo aos apelos deste coração faminto de amor,
Vi-me, num átimo, despojado de toda a prudência
E, sem titubear, entreguei-lhe o meu Eu, sem pudor
Acreditando que, enfim, teria a mulher-inocência.
Oh!, dura e cruel realidade quando ela se desnudou
Da candura e se vestiu com sua férrea e eterna malícia.
Bastaram apenas alguns anos para que o sensual feitiço,
Desmoronasse e, ela mostrasse, a sua moral impudicícia.
Mesmo assim, desnuda em sua fantasia de mulher arguta
Teimou o coração em perdoá-la, me fazendo de pasmado.
Tentei reagir, tudo em vão, já era um fraco prisioneiro
E, como tal, me rendi, as argúcias do meu coração traiçoeiro.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
EMÍLIO VARGAS INTERPRETA MEU POEMA ERÓTICO INTITULADO: SENSUAL
Para ouvir a voz romântica de Emílio Vargas ao som de uma belíssima música interpretando um poema erótico, do meu sexto livro de poemas: DE VOLÚPIAS, ÊXTASE E DELÍRIOS, intitulado, SENSUAL ... basta apenas acessar o YOU TUBE e colocar "Emilio Vargas Sensual".
Fiquei muito feliz e honrado pela homenagem do amigo Emílio.
Espero que gostem!
Fiquei muito feliz e honrado pela homenagem do amigo Emílio.
Espero que gostem!
MARLENE DIETRICH CANTA LILI MARLENE - 1939
É incrível como uma música pode conquistar e enternecer corações duros e praticamente empedrados. Estou falando da canção Lili Marlene, composta por um soldado na 1a. Guerra Mundial. Ele escreveu a letra desta maravilhosa música após testemunhar a despedida de um soldado de sua namorada. Quando da terrível 2a. Guerra Mundial, os soldados se enterneciam quando a música era tocada nos altos falantes nos campos de batalha. Tanto os alemães, quanto os aliados, cessavam os combates e emudeciam em seus abrigos e trincheiras para escutá-la. Quem mais se destacou em sua interpretação foi a divina e belíssima Marlene Dietrich, que percorria os campos de batalha para premiar os combatentes com a letra saudosa e sua voz maviosa. Hoje, estive por um bom tempo escutando a musa alemã interpretá-la e de olhos fechados me vi sujo, roto, ferido, esfomeado caído no barro de uma trincheira chorando ao receber em meus ouvidos os acordes doídos de Lili Marlene. É impossível descrever o que se passava nas cabeças e nos corações dos soldados, pois, ao mesmo tempo que recordavam seus lares, suas esposas, suas namoradas, seus filhos, sabiam que um tiro fatal poderia impedir os seus retornos à pátria amada.
Quem tiver oportunidade coloque no You Tube e acesse Marlene Dietrich cantando Lili Marlene.
Em tempo: O Marechal Rommel, apelidado de "A raposa do Deserto", exigia que a música Lili Marlene fosse tocada vezes seguidas para os seus comandados.
Quem tiver oportunidade coloque no You Tube e acesse Marlene Dietrich cantando Lili Marlene.
Em tempo: O Marechal Rommel, apelidado de "A raposa do Deserto", exigia que a música Lili Marlene fosse tocada vezes seguidas para os seus comandados.
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