quinta-feira, 9 de julho de 2015

PASTOR EVANGÉLICO TIRA UM RATO DA BARRIGA DE UM FIEL!

Deu na Net: um pastor tirou um rato da barriga de um fiel. É incrível a capacidade de que os pastores evangélicos possuem de produzirem "milagres"de todo o tipo. Basta ligarmos o aparelho de TV para assistirmos uma quantidade infinita de "milagres". É um que deixa a cadeira de rodas que usou por mais de vinte anos; é outro que volta a enxergar depois de ficar cego; é aquele que sarou repentinamente de um câncer devastador; ou, a senhora que sarou da paralisia de ambos os braços, sem falar das centenas de "almas" crédulas que alcançam a certeza do céu após comprar uma toalhinha ou se molhar no suor do  " milagreiro". Milagre mesmo faz a água. Todos se pautam neste bendito líquido para produzirem seus milagres. É barato e não faz mal à ninguém. Não prejudica quem receita e nem quem toma. De ler um pouco a Bíblia, principalmente o Novo Testamento, fiquei sabendo de que o Filho de Deus, Jesus Cristo, não fez mais que uma dezena de milagres. Já os pastores evangélicos estão fazendo uma média de cem milagres por dia claro, de acordo com quanto $$$$$$$$$ entra nos seus cofres já abarrotados pelas ofertas dos "pobres" e crédulos incautos. Se Jesus, andava montado em um jumento, os mesmos voam em seus jatos particulares e descansam em suas mansões. Já temos templo evangélico parecido com o palácio de Babilônia. Hoje, o tempo destinado e por eles comprado na televisão se restringe quase que exclusivamente para pedir dinheiro na cara dura. É uma ânsia desmedida em tirar dinheiro do povo já acharcado pelos impostos e roubos dos nossos representantes de colarinho branco. Tudo o que relatei também se aplica a outras seitas, inclusive ao catolicismo. Tudo se resume em abarcar a maior quantidade de $$$$$$$$ possível. Para o pecador, o inferno; para o salvo, o céu. Este é o lema que abastece os cofres dos "falsos profetas".
Como se o $$$$$$$$ comprasse a dignidade, o respeito, a honestidade, a fidelidade tornando o dizimista ou contribuísta um forte candidato para habitar, pós morte o paraíso.... que, ninguém, alma alguma, desde que o mundo é mundo, veio, aqui na Terra, contar de sua existência, ou não.
ESTA É A MINHA OPINIÃO.
A pergunta que fica ainda sobre o rato é: POR ONDE O RATO ENTROU?

terça-feira, 7 de julho de 2015

A PRESIDENTA DILMA NÃO É 10!

Sim, a presidenta Dilma não é 10; ela é 9!
Saiu na última pesquisa IBOPE: A avaliação da presidenta deu 9; isto quer dizer, de que de 100 entrevistados, 91 desaprovam o governo da Presidenta Dilma. A situação está desastrosa para a nossa mandatária. No governo passado ela nadava em águas mais calmas e frutificantes. Hoje, ela navega em águas tumultuosas; em águas profundas e escuras e, o barco em que controla o leme está propenso a naufragar e levar com ele todo o seu "staf". A situação esta calamitosa em todos os níveis da sociedade. A conta da luz parece que despertou de um sono profundo e está com uma voracidade infinita de aliviar os bolsos dos "pobres" brasileiros. Parece que desde o dia em que Édson descobriu a lâmpada, as companhias energéticas querem recuperar mais e mais $$$$$, não importando de onde saem os suados cruzeiros. Para isso, buscam na natureza as desculpas para saquearem os consumidores. Uma hora são as enchentes; outra hora, as secas; daqui a pouco são os raios. logo mais as queimadas, enfim, tudo são motivos para colocarem a famigerada "bandeira vermelha", nas contas.
A saúde do povo tupiniquim então nem se fale; basta irmos às farmácias para constatarmos a real saúde do indivíduo. As Drogarias estão fervendo de doentes e, os remédios estão à hora da morte (sem falso trocadilho). E, os alimentos? Tem gente já trocando os tipos de carnes e qualidades. Se antes era possível comer um filé mignon pelo menos uma vez por mês, hoje, só uma vez por ano e, olha lá. Mesmo os legumes e verduras já estão se distanciando de nossas mesas. A coisa tá braba!
As indústrias demitem diariamente seus empregados; o comércio está em bancarrota: tudo o que abre, fecha alguns meses depois. A educação está no pior nível, a ponto de 500 mil candidatos ao ENEM, tirarem ZERO na redação. Por isso e por tudo o que assistimos na Mídia dia a dia - Corrupção,subornos, trapaças; ladroagem, acharques, é que levou a Presidenta Dilma a não conseguir 10. É presidenta, se continuar assim e não estudar com mais afinco e responsabilidade os "problemas brasileiros" e, resolvê-los, a senhora certamente será reprovada pelos milhares de professores que não terão consideração em lhe dar um Z E R O, do tamanho do roubo da PETROBRAS.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

MEUS BRINQUEDOS DE CRIANÇA!

Ah, que saudades sinto dos brinquedos
Que povoaram  os meus dias de criança,
Quando os sonhos eram simples desejos
De brincar e ser feliz nas festas e festanças.

Eu tinha uma caixa de sapatos e quatro carretéis
E, com eles, construí o mais belo caminhão.
Pela rua empoeirada eu carregava os "réis"
Abarrotados na carroceria para comprar o pão.

Com seis xuxus verdes e alguns palitos pontudos,
Num instante mágico que muito me alegrava
Eu tinha uma manada de bois, todos marrudos,
À minha mercê e, claro, algumas gordas vacas.

Rasgando uma folha branca do caderno de caligrafia
Usando da habilidade pertinente a um construtor
Criava um barco que em suaves rodopios navegava
Pela sarjeta embalado pela enxurrada que vinha dos morros.

Um caco de telha me bastava para riscar a amarelinha
Na calçada de cimento que ladeava a imponente Matriz.
Vinham as meninas e rindo saltavam como ágeis cabritas
Os quadrados, sempre ganhando e, me faziam feliz.

Com os "réis" amealhados no ofício de engraxar sapatos
Comprava dúzias de bolinhas de gude, que pareciam vidros.
Jogando "picova", ganhava ou perdia, não importando o ato.
Importava sim, bater as bolinhas e ouvir o suave tinido.

Quando tinha às mãos duas latinhas de maça de tomate
E, alguns metros de linha de carretel da mais grossa
Construía em um instante um perfeito telefone
Para falar com a menina cujo pai me deu uma coça

Com um aro velho da roda de uma bicicleta
E, um arame grosso encurvado na ponta
Eu rodava a armação pelas ruas sempre desertas
Da várzea dos passarinhos numa corrida louca.

Ah!, quantos brinquedos eu tive nos meus dias de inocência
Sendo todos eles por mim construídos e guardados com carinho.
Tenho deles a melhor das recordações nestes dias de sonolência
Em que vivo. Longe deles, sou infeliz. Hoje, senil, não mais brinco





terça-feira, 30 de junho de 2015

SOLILÓQUIO!


O que tenho para me dizer, o digo
Sem restrição e titubeios,
Sou autêntico naquilo que falo
E, não importo, se nisso, me enleio.

Às avessas coloco a alma e o coração
Sempre prontos para ouvir a minha voz
Se, não aceitam, pouco me importa a negação,
Se, aceitam, faço das palavras, o meu algoz.

Assim, falo ao meu âmago do que sei e não sei,
Desprovido da necessidade de ser autêntico,
Já que, sou de mim mesmo, o juíz que faz a lei
E, não o réu, que aceita o que se diz, como justo.

Não tenho o compromisso com a falsa verdade,
Que medra nos discursos dos hipócritas,
Sou sim, duro nas palavras, como duro é o jade,
E, não distinguo a ficção da realidade amorfa.

Num solilóquio que me faz a alma cativa
Vivo de mim mesmo a ditar regras incertas
Como incerto é o caminho do poeta que trilha
As sendas do real e que não se juntam, como, paralelas.

Desta maneira, sou crédulo naquilo que profetizo
Ao meu EU, que desdenha os sermões estéreis.
Sou o que Sou, e isto me faz ouvinte cativo,
De mim mesmo, de minhas plavras, sábias e férteis.



segunda-feira, 29 de junho de 2015

A BLUSA AZUL!

A blusa azul entreaberta tapava parcialmente
Os seios que empinados se jogavam à frente.
Eram duas colinas, lado a lado, no azul celestial
Da paisagem de um quadro vivamente sensual.

Apenas um botão impedia que ficassem soltos
Como dois intrépidos corcéis de corações fogosos.
Ah, a mim, a blusa castigava os olhos sem piedade
Impedindo-os de contemplar os paraísos da felicidade.


Oh!, blusa, permita-me rasgá-la, com requintes de fúria
Neste exato instante em sinto os transes da loucura;
Ou, da sanha indescritível de beijar os belos seios.


Assim, num ímpeto destruo o botão que a mantém presa
Junto a pele morena, perfumada, morna e  trêmula.
Agora, rasgada, vejo, desnudo, as joias dos meus anseios.

 

quinta-feira, 25 de junho de 2015

CABELOS EM DESALINHO!

Quando me deito no colo da amada
Recosto a cabeça em seus seios mornos
Neste momento, durmo e sonho em paz
Sabendo que suas mãos acariciam meus cabelos.

Não importa se tenho os cabelos penteados
Lisos ou em mechas brancas e macias
Sei apenas que ela os enrola em seus dedos
Numa sensual, porém, terna, carícia.

Passado um tempo em que me sinto um rei
Reergo a cabeça da carne morena e perfumada
E, como um gato sonolento me espreguiçarei

Sentindo no rosto a essência dos seus carinhos.
Oh!, Deus como sou feliz em ter  as mãos benditas
Em minha cabeça; em meus cabelos em desalinho.

terça-feira, 23 de junho de 2015

A ANCA DA MULATA ATREVIDA!

A anca da mulata atrevida é bela e sensacional,
Principalmente, quando ela a quebra e requebra
No andar cadenciado pelas ruas nunca desertas
Do burburinho dos homens do centro comercial.

A mulata sabe que os olhares se voltam para sua anca
Em espasmos lascivos e embevecidos ficam estáticos,
Esperando quem sabe um olhar apenas da fogosa potranca
Ou, quem sabe, um gesto que intumesça seus falos.

Assim, desfilando como uma messalina de curvas ousadas
A mulata requebra o belo monumento em um vaivém de ousadia
Não se importando se é tida como madame ou como vadia.


Ah, quisera eu ser o escolhido desta mulata de anca formosa
Para cavalgá-la dia e noite numa louca orgia desmedida,
Mas, como eu, todos os homens também sonham com esta fantasia.