Sinto o cérebro em constante paranoia
Pelo terrível medo de te perder, mulher!
Bens sabes, que sou náufrago sem boia
Quando te ausentas,oh, estrela Vésper.
Ribomba-se o coração e sinto-me em pânico
Se, de ti, não tenho notícias por um dia.
Sou ave que não encontra o sonhado ninho;
Sou folha que se desprende na tarde fria.
Não queria de ti ser paranoico na estupidez,
De não ter forças para reagir com sensatez,
E bem sei que me julgas um alçapão sem claraboia
A viver no universo da escuridão onde medra o medo,
E, as estultas súplicas, deste vate ensandecido.
Hoje,te confesso, amada: Por você, vivo, em paranoia.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
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